Oscar das MÃES que vivem pelos filhos

Para um bebê de 8 meses…
Um Oscar não significa NADA.
Mas a mãe…
A mãe significa TUDO.

Quase todo discurso de premiação
termina com um “Obrigada, mãe”.
Agradecemos a elas pelas renúncias…
Pelos sacrifícios…
Pelo que elas deixaram de ser por nós.

Mas existe algo ainda mais bonito:
Quando uma mãe inspira
não pelo que ela abriu mão…
Mas pelo que ela continua realizando.

Sempre nos perguntam:
“Você morreria pelo seu filho?”
A resposta é óbvia.
Mas a pergunta real deveria ser:
“Você viveria por ele?”

Uma mãe não deixa de ter sonhos
quando o bebê nasce.
Mas no caos da rotina…
É fácil esquecer quem você é.

Eu fico imaginando aquela mãe…
No olho do furacão, de pijama…
Olheiras de panda e bicos latejando…
Assistindo ao Oscar no mudo,
com a legenda na tela do celular.

Eu sei que ela se sentiu acolhida
quando a Jessica Gagne dedicou o prêmio
à “beleza do caos do coração de uma mãe”.

Eu também mudei minha rota
depois da maternidade.
Muitas vezes me senti sozinha na floresta…
Porque as mulheres que vieram antes de mim
não puderam chegar onde eu estou.

E eu avanço por elas.
E pela minha filha.

Por muito tempo disseram
que algo sempre teria que ser sacrificado.
Mas a história está sendo reescrita.
Uma mãe pode — e deve —
continuar existindo como pessoa e criadora.

Ontem, duas mães ganharam um Oscar:
A que estava no palco…
E a que estava em casa…
Lutando para criar seus filhos
contra todas as probabilidades.

**As duas são gigantes

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