Mãe, anorexia no seu filho: o coração sofre em silêncio? 💙

Você nota mudanças no apetite ou no corpo do seu adolescente? A anorexia nervosa (AN) é o transtorno alimentar mais perigoso, e um estudo na Pediatrics alerta: ela causa batimentos lentos (bradicardia), pressão baixa, tontura ao levantar e desequilíbrios no sangue — afetando 1 em cada 5 jovens hospitalizados (e 40% voltam várias vezes). 1/3 das mortes vêm de problemas no coração.

Esses sinais aparecem rápido na adolescência e podem ser fatais se não vistos cedo. Avaliação médica completa salva vidas.

No Instituto Aires Ribas, detectamos alterações cardíacas precocemente com exames especializados, cuidando do coração enquanto apoiamos o tratamento integral.

🩺 Dra. Gabriela Aires Ribas
Pediatra e Cardiologista Pediátrica
CRM 52697 | RQE 33941/33942

📍 Edifício Medcenter, Rua dos Otoni, 909 – Sala 1401, Santa Efigênia, BH/MG
📲 Agende pelo WhatsApp: (31) 98733-9908

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Mãe, otite no ouvido do seu filho: dar xarope para nariz entupido resolve mesmo? 💙

Todo mundo já passou por isso: choro sem parar, febre e dor no ouvido. A otite média aguda (OMA) é super comum em crianças, mas uma revisão gigante da Cochrane (15 estudos, 3.066 pequenos) diz: descongestionantes e anti-histamínicos NÃO aceleram a cura. Estudos fracos não provam alívio na dor ou no líquido no ouvido, e há riscos como sonolência sem clareza.

O que fazer? Observação atenta resolve na maioria (antibióticos só se piorar). Evite automedicação — infecções repetidas estressam o coraçãozinho infantil de forma sutil.

No Instituto Aires Ribas, olhamos o coração de forma completa, garantindo que otites não escondam problemas maiores.

🩺 Dra. Gabriela Aires Ribas
Pediatra e Cardiologista Pediátrica
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Doenças inflamatórias intestinais

As doenças inflamatórias intestinais (como Doença de Crohn e Retocolite Ulcerativa) não afetam apenas o intestino. Em crianças e adolescentes, o fígado também pode ser comprometido e isso merece atenção.

As manifestações hepáticas podem surgir antes, durante ou após o diagnóstico da doença intestinal. Entre as principais estão alterações das enzimas hepáticas, colangite esclerosante primária, hepatite autoimune, esteatose hepática, colelitíase, trombose da veia porta e lesão hepática relacionada aos medicamentos.

A mensagem mais importante é simples: alterações hepáticas em pacientes com DII são frequentes e precisam de rastreio regular. A dosagem de enzimas hepáticas deve fazer parte do acompanhamento, especialmente quando há elevação persistente ou acima de 2 vezes o limite da normalidade.

Em pediatria, reconhecer essas manifestações precocemente pode mudar prognóstico, evitar complicações e permitir um cuidado mais completo e individualizado.  

Melatonina

Melatonina na pediatria: o que realmente importa?

A melatonina é o principal hormônio regulador do sono e do ritmo circadiano. Sua produção ocorre à noite e depende de um ambiente escuro, sendo inibida principalmente pela luz azul das telas. Por isso, antes de pensar em suplementação, o primeiro passo deve ser sempre corrigir hábitos e higiene do sono. 

Na pediatria, a melatonina não deve ser usada de forma indiscriminada. Ela pode ter indicação em situações específicas, como crianças com TEA, algumas síndromes neurogenéticas, distúrbio da fase atrasada do sono, síndrome de Down, X frágil e algumas parassonias. Fora desses contextos, especialmente em crianças pequenas, muitos distúrbios do sono são comportamentais e melhoram com rotina adequada. 

A American Academy of Sleep Medicine orienta cautela, sobretudo em menores de 5 anos. A melatonina não deve ser usada apenas para “fazer a criança dormir mais cedo” ou compensar rotina inadequada. 

Mensagem prática:

Antes de prescrever melatonina, investigue rotina, ambiente, telas, horários e comportamento do sono. Em pediatria, muitas vezes o melhor tratamento ainda é uma boa higiene do sono.

Mãe, melatonina pro bebê dormir: moda perigosa ou solução segura? 💙

Seu pequeno não dorme a noite toda e você pensa em melatonina? Uma revisão gigante na JAMA (19 estudos) alerta: o uso explode em crianças de 0-6 anos (mais overdoses em emergências!), mas faltam provas de segurança a longo prazo. Ajuda autistas a pegarem no sono rápido (em testes curtos), mas zero dados para bebês normais além de 2 anos.

Melhor caminho? Rotinas e hábitos antes de remédios. O sono ruim estressa o coraçãozinho infantil de forma invisível.

No Instituto Aires Ribas, orientamos com ciência real, hábitos saudáveis e exames para coração tranquilo.

🩺 Dra. Gabriela Aires Ribas
Pediatra e Cardiologista Pediátrica
CRM 52697 | RQE 33941/33942

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Doença de Kawasaki no seu filho: uma febre que merece atenção total. 💙

Mães, imagine uma febre alta que não passa há dias, com olhos vermelhos, erupções na pele e inchaço nos gânglios… Pode ser Doença de Kawasaki, comum em crianças pequenas, que inflama os vasos sanguíneos e ameaça o coraçãozinho delas com dilatações nas artérias coronárias.

Boa notícia de um estudo recente no JAMA (com 134 crianças menores de 6 anos): o tratamento com IVIG (imunoglobulina na veia) sozinho funciona tão bem quanto IVIG + aspirina em alta dose. Reduziu os problemas no coração de forma parecida (de 11-13% para só 2-3% em 6 semanas), sem os riscos extras da aspirina.

Isso simplifica o cuidado e protege melhor os pequenos. Mas cada caso é único — estudos em outras etnias ainda são necessários.

No Instituto Aires Ribas, fazemos ecocardiogramas precisos para pegar qualquer sinal cedo e garantir que o coração do seu filho fique forte e saudável.

🩺 Dra. Gabriela Aires Ribas
Pediatra e Cardiologista Pediátrica
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CHECKLIST Gravidez e Coração: o que toda mãe precisa saber

O coração que acolhe precisa ser o primeiro a ser cuidado. 🤍

Você sabia que as cardiopatias são a principal causa não obstétrica de complicações na gestação no Brasil? Um dado que reforça uma verdade essencial: o sucesso do pré-natal vai muito além do acompanhamento obstétrico convencional.

Recentemente, o estudo nacional REBECGA trouxe alertas fundamentais para a segurança da mãe e do bebê:

🔴 A Realidade dos Dados: Cerca de 4% das gestações envolvem alguma condição cardíaca. Seja uma arritmia, uma doença valvar ou uma cardiopatia congênita, o diagnóstico precoce é o que separa a preocupação da tranquilidade.

🔴 O Alerta do Puerpério: O estudo revelou que mais da metade das complicações graves ocorrem após o parto. O cuidado com o binômio mãe-filho não termina no nascimento; ele se intensifica.

🔴 Quem está no grupo de atenção? Mulheres com hipertensão pulmonar ou limitações funcionais prévias exigem um protocolo de acompanhamento de alta especialização.

O que isso significa na prática? Significa que o planejamento e o acompanhamento cardiológico especializado não são “opcionais”, são a base de uma gestação segura. A ciência nos mostra que, com o suporte certo, os riscos são mitigados e a jornada se torna o que deve ser: um momento de celebração.

Cuidar do seu coração é a primeira forma de proteger o coração do seu filho. ✨

🩺 Dra. Gabriela Aires Ribas Pediatra e Cardiologista Pediátrica CRM 52697 | RQE 33941/33942

📍 Edifício Medcenter, Santa Efigênia – BH Agendamentos via WhatsApp: (31) 98733-9908

34 a 36 semanas: Por que o cuidado precisa ser redobrado?

Prematuro tardio não é “quase a termo”. E esse detalhe importa muito.

Bebês que nascem entre 34 semanas e 36 semanas + 6 dias representam a maior parte dos prematuros, mas ainda carregam uma imaturidade anatômica, fisiológica e metabólica que exige atenção especial desde a sala de parto até o acompanhamento após a alta.

Mesmo quando parecem bem, esses recém-nascidos têm maior risco de desconforto respiratório, hipotermia, hipoglicemia, icterícia, dificuldade alimentar e reinternação quando comparados aos bebês a termo.

Por isso, o cuidado com o prematuro tardio precisa ser individualizado:

  • alta segura
  • primeira consulta pediátrica precoce
  • monitoramento nos primeiros dias após a alta
  • seguimento diferenciado do crescimento e do neurodesenvolvimento

A mensagem principal é clara: prematuridade tardia é motivo de alerta, não de subestimação.

Informação, vigilância e acompanhamento oportuno fazem diferença na evolução e na segurança desse bebê. 💙

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A deficiência de ferro na infância pode impactar muito mais do que o exame de sangue.

A deficiência de ferro na infância merece atenção porque pode impactar muito mais do que o exame de sangue.

Nos lactentes, o ferro é essencial para o crescimento, para o desenvolvimento neurológico e para o bom funcionamento do organismo. Quando essa deficiência não é identificada e tratada no momento certo, pode estar associada à anemia ferropriva e trazer repercussões importantes nessa fase de desenvolvimento tão acelerado.

As diretrizes atualizadas da Sociedade Brasileira de Pediatria reforçam a importância da prevenção, do diagnóstico precoce e do tratamento adequado, especialmente nos primeiros meses e anos de vida. Isso inclui atenção à alimentação, avaliação individual do risco e acompanhamento pediátrico cuidadoso.

Na prática, olhar para a deficiência de ferro de forma antecipada é uma maneira de cuidar do desenvolvimento da criança com mais precisão e segurança. Em consultório, isso significa orientar a família de forma individualizada, considerando faixa etária, alimentação, sinais clínicos e a necessidade de suplementação.

O Ciclo de Suplementação de Ferro De acordo com os protocolos vigentes, o esquema de suplementação profilática para crianças menores de dois anos segue ciclos específicos:

  • Ciclo I (6 aos 9 meses): Uso de ferro elementar por 3 meses seguidos (dose de 10 a 12,5 mg/dia).
  • Pausa (9 aos 12 meses): Intervalo de 3 meses sem suplementação.
  • Ciclo II (12 aos 15 meses): Retomada do ferro elementar por mais 3 meses seguidos (dose de 10 a 12,5 mg/dia).
  • Término (15 aos 24 meses): Encerramento do esquema profilático padrão.

Cuidar do ferro também é cuidar do desenvolvimento, da energia e da saúde da criança como um todo.

Dra. Gabriela Aires Ribas
Pediatra e Cardiologista Pediátrica
CRM 52697 • RQE 33941 / 33942

Oscar das MÃES que vivem pelos filhos

Para um bebê de 8 meses…
Um Oscar não significa NADA.
Mas a mãe…
A mãe significa TUDO.

Quase todo discurso de premiação
termina com um “Obrigada, mãe”.
Agradecemos a elas pelas renúncias…
Pelos sacrifícios…
Pelo que elas deixaram de ser por nós.

Mas existe algo ainda mais bonito:
Quando uma mãe inspira
não pelo que ela abriu mão…
Mas pelo que ela continua realizando.

Sempre nos perguntam:
“Você morreria pelo seu filho?”
A resposta é óbvia.
Mas a pergunta real deveria ser:
“Você viveria por ele?”

Uma mãe não deixa de ter sonhos
quando o bebê nasce.
Mas no caos da rotina…
É fácil esquecer quem você é.

Eu fico imaginando aquela mãe…
No olho do furacão, de pijama…
Olheiras de panda e bicos latejando…
Assistindo ao Oscar no mudo,
com a legenda na tela do celular.

Eu sei que ela se sentiu acolhida
quando a Jessica Gagne dedicou o prêmio
à “beleza do caos do coração de uma mãe”.

Eu também mudei minha rota
depois da maternidade.
Muitas vezes me senti sozinha na floresta…
Porque as mulheres que vieram antes de mim
não puderam chegar onde eu estou.

E eu avanço por elas.
E pela minha filha.

Por muito tempo disseram
que algo sempre teria que ser sacrificado.
Mas a história está sendo reescrita.
Uma mãe pode — e deve —
continuar existindo como pessoa e criadora.

Ontem, duas mães ganharam um Oscar:
A que estava no palco…
E a que estava em casa…
Lutando para criar seus filhos
contra todas as probabilidades.

**As duas são gigantes