Dica de Filme

💙 No mês dedicado a falarmos sobre o autismo, a #dicadefilme de hoje está disponível na Netflix e conta a história real de Roberto Bubas, um biólogo que trabalhava em uma praia da Patagônia, no sul da Argentina, se dedicando ao estudo de orcas.

🧩 Sua vida muda quando ele encontra Tristán que possui autismo. O pequeno e sua mãe saíram da Espanha e decidiram encarar essa aventura, após ela ver a forte conexão que ele demonstrou com as orcas ao assistir um documentário da National Geographic feito pelo biólogo Beto.

💻 Sensível e com uma fotografia incrível, “O Farol das Orcas” é uma ótima opção para assistir com os pequenos no fim de semana! 😉

Vitamina D na criança

✅ Embora definida como vitamina, essa substância
é um pró-hormônio que desempenha papel fundamental no equilíbrio do cálcio e do metabolismo ósseo do corpo.

A deficiência de vitamina D é um dos distúrbios nutricionais mais frequentes em todo o mundo. No Brasil, a hipovitaminose D é um problema comum, que também acomete crianças e adolescentes.

🌞 Essa substância pode ser obtida de duas formas: pela síntese cutânea (exposição solar) que é responsável por até 90% dessa síntese metabólica e pelas fontes alimentares.

Mas exposição solar? E os riscos? Então, sabemos dos malefícios da exposição solar direta, e não existe um nível seguro que possa ser recomendado, o que sugerimos é que os lactentes menores de 6 meses não sejam expostos ao sol e nas demais idades essa exposição seja controlada.

Na grande maioria dos casos, principalmente em crianças até 2 anos, o Pediatra vai recomendar a reposição, conforme vemos na tabela em slide.

Então a criança deve ficar trancada dentro de casa? Claro que não! O importante mesmo é deixar que os pequenos tenham um estilo de vida e uma rotina com brincadeiras ao ar livre, em contato com a grama e com a natureza, fazendo isso de forma controlada e nos horários recomendados os benefícios irão além da Vitamina D, a criança também vai colher bem estar e qualidade de vida!

🩺 Dra. Gabriela Aires Ribas
Pediatra e Cardiologista Pediátrica
RQE 33941/ 33942

❌ A deficiência de vitamina D é um dos distúrbios nutricionais mais frequentes em todo o mundo. No Brasil, embora a maioria da população resida em regiões de adequada exposição solar, a hipovitaminose D é um problema comum.

✅ Embora definida como vitamina, essa substância é conceitualmente um pró-hormônio que desempenha papel fundamental no processo de absorção do cálcio e metabolismo ósseo. 🦴

⚠ Os grupos de maior risco de terem deficiência de vitamina D são nascimento prematuro, dieta vegetariana, uso de alguns tipos de medicamentos, síndromes de má absorção intestinal e obesidade.

⛅ Outros fatores que reduzem a síntese da vitamina D na pele são: altitude, usar roupas que cubram quase todo o corpo, passar a maior parte do tempo em ambientes fechados, poluição atmosférica e tempo predominantemente nublado.

🌞 Quase a totalidade da vitamina D, 90%, é proveniente da síntese cutânea após exposição solar e menos de 10% é obtida por fontes alimentares.

🚫 Porém, devemos levar em consideração que a exposição solar deve ser equilibrada com os riscos de fotoenvelhecimento e câncer de pele, não existindo um nível seguro de exposição que possa ser recomendado. Dessa forma, a Sociedade Brasileira de Pediatria e a Sociedade Brasileira de Dermatologia não indicam a exposição solar sem proteção para esse fim. Caso haja a indicação de reposição da vitamina D, essa deve ser feita pela dieta ou suplementação vitamínica com indicação médica.

🩺 Dra. Gabriela Aires Ribas
Pediatra e Cardiologista Pediátrica
RQE 33941/ 33942

Cuidados com a pele do Recém Nascido

🛡 A pele é o maior órgão do corpo humano e atua como barreira, evitando a desidratação, a absorção de substâncias nocivas e a invasão de microrganismos. No recém-nascido, ela exerce uma função protetora importante e vai amadurecer gradualmente ao longo da infância.

👶 Até os 24 meses, a pele é aproximadamente 30% mais fina do que no adulto! Por isso, a pele infantil é mais susceptível à penetração de irritantes, alérgenos e infecções.

➡ Por isso, para manter seu pequeno protegido, arraste para o lado e confira as dicas do post de hoje.

🩺 Dra. Gabriela Aires Ribas
Pediatra e Cardiologista Pediátrica
RQE 33941/ 33942

Guillain-Barré

🧠 A síndrome de Guillain-Barré é caracterizada por uma inflamação dos nervos que pode levar à fraqueza muscular, paralisia e, em casos mais graves, dificuldade respiratória.

🦠 A causa exata da síndrome ainda é desconhecida, mas acredita-se que seja uma resposta autoimune desencadeada por uma infecção viral ou bacteriana.

🤕 A doença geralmente começa com fraqueza, dormência, dor e formigamento nas pernas e pode se espalhar para os braços e músculos respiratórios. Em casos graves, a paralisia pode se desenvolver e requerer suporte respiratório.

🩺 Infelizmente, não há cura para a síndrome de Guillain-Barré, mas o tratamento visa aliviar os sintomas, acelerar a recuperação e prevenir complicações.

🇧🇷 No Brasil, O Ministério da Saúde afirma que são registrados de 1 a 4 casos da síndrome a cada 100 mil pessoas, especialmente entre os 20 e 40 anos de idade. Levando em conta nossa população, são cerca de 535 casos da doença no país por ano.

👀 Atenção: Não existe prevenção específica para a doença, entretanto a prevenção de infecções como a gripe, dengue e zika pode ajudar a reduzir a chance de apresentar a Síndrome de Guillain-Barré!

🩺 Dra. Gabriela Aires Ribas
Pediatra e Cardiologista Pediátrica
RQE 33941/ 33942

Acidentes Evitáveis na infância

👶 A partir do 5º mês até o primeiro ano de vida, o bebê já reconhece as suas mãos e vai passar a utilizá-las, indo atrás dos objetos que chamam a sua atenção para tentar levá-los à boca.

Eles também começam a ter maior capacidade motora e vão aprender a se virar, depois a rolar, a engatinhar e alguns até tentar andar…. 😅 A partir dessa mobilidade, todo ambiente que ele fica deverá estar com a proteção necessária. ⚠ Os riscos de quedas, afogamentos, aspiração de objetos e queimaduras aumentam e a atenção para com o bebê precisa ser total e de proteção passiva. Ou seja, todo o ambiente deve estar preparado para sua evolução e descobertas.

▶️ Portanto, arrasta para o lado e confira as principais medidas de prevenção para esta faixa etária. 💌 Salva o post para consultar quando precisar e compartilha com uma família que você conhece.

🩺 Dra. Gabriela Aires Ribas
Pediatra e Cardiologista Pediátrica
RQE 33941/ 33942

Dislipidemia

🩸 A dislipidemia é uma doença caracterizada pela presença de níveis elevados de lipídios, ou seja, gorduras no sangue.

⚠ Infelizmente, sabemos que as dislipidemias não são mais exclusivas de adultos e idosos. Pelo contrário, segundo o Ministério da Saúde, sua prevalência já alcança mais de 20% das crianças e adolescentes.

🍕 Além disso, a epidemia de obesidade vem crescendo em todas as faixas etárias, associada ao crescimento da ocorrência cada vez mais precoce de uma série de fatores de risco cardiovasculares, como dislipidemia, resistência à insulina e hipertensão.

🚴 Como a maioria dos casos na infância é decorrente de maus hábitos de vida, a abordagem inicial é comportamental. Em geral, estimulamos a mudança no estilo de vida com pratica de atividade física moderada e regular, hábitos alimentares saudáveis e manutenção de peso, evitando a obesidade.

👩‍⚕️ Caso a criança esteja em uma dieta pobre em lipídeos, pode haver comprometimento no seu crescimento e desenvolvimento. Por isso, é preciso ter uma atenção redobrada com acompanhamento de um profissional capacitado.

💔 A identificação precoce da dislipidemia, associada à mudança no estilo de vida e ao tratamento medicamentoso quando indicado, pode atenuar o risco cardiovascular na vida adulta, que atualmente é a maior causa de mortalidade em todo o mundo!

🩺 Dra. Gabriela Aires Ribas
Pediatra e Cardiologista Pediátrica
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Piolhos

🦠 Os piolhos são ácaros parasitas que causam uma doença chamada pediculose. Eles botam ovos que ficam presos próximos à raiz do cabelo e quando se rompem deixam casquinhas chamadas de lêndeas.

👒 Quem tem criança em idade escolar, sabe que os piolhos são bem comuns e de fácil transmissão. Eles passam de uma cabeça para a outra pelo contato, mas também podem ser transmitidos por objetos como chapéu, travesseiro, escova e acessórios de cabelo.

🔴 Além da incômoda coceira, os piolhos podem deixar lesões avermelhadas no couro cabeludo, Ínguas na região da nuca e atrás das orelhas e sensação de que algo se movimenta na cabeça. São bem incômodos e o melhor é a prevenção:

🔎 Avaliar diariamente a cabeça da criança na procura de piolhos e lêndeas.
🎀 Crianças com cabelos longos devem ir preferencialmente de cabelo preso para a escola.
❌ Orientar as crianças a não compartilharem com os colegas pentes, escovas, bonés, lenços ou bandanas.

🪮 Caso os pais encontrem os piolhos, além de usar um pente fino, o ideal é buscar a avaliação do Pediatra, que indicará quais são os medicamentos recomendados, incluindo xampus ou remédios de uso oral. Não medique a criança por conta própria, pois essas substâncias têm grande absorção pelo couro cabeludo, que é ricamente vascularizado, podendo causar maiores problemas.

Compartilha com os pais que você conhece! 😘

🩺 Dra. Gabriela Aires Ribas
Pediatra e Cardiologista Pediátrica
RQE 33941/ 33942

Diarreia

💩 A diarreia pode ser definida pela ocorrência de três ou mais evacuações amolecidas ou líquidas nas últimas 24 horas. Na diarreia aguda ocorre um desequilíbrio entre a absorção e a secreção de líquidos e eletrólitos e é um quadro autolimitado.

🦠 Normalmente, a diarreia é uma infecção causada por vírus, bactérias ou protozoários e que pode ter consequências graves como desidratação, desnutrição e até mesmo óbito.

🔎 Eventualmente outras causas podem iniciar o quadro de diarreia como: alergia ao leite de vaca, deficiência de lactase, apendicite aguda, uso de laxantes e antibióticos ou intoxicação.

👶 Por ter baixo peso, é importante que todo bebê ou criança com diarreia seja avaliado pelo Pediatra. Além disso, caso o pequeno apresente também vômitos persistentes, perdas diarreicas volumosas e frequentes e sinais de desidratação como sonolência, boca seca e pouca urina, a criança deve ser encaminhada ao serviço de urgência para tratamento adequado.

✅ Lembre-se de aumentar a oferta de líquidos, incluindo o soro de reidratação oral e a manutenção da alimentação com alimentos que não agravem a diarreia como sopa de frango com hortaliças e verduras, água de coco e água. São inadequados: refrigerantes, líquidos açucarados, chás, sucos comercializados e café.

🩺 Dra. Gabriela Aires Ribas
Pediatra e Cardiologista Pediátrica
RQE 33941/ 33942

Infecção bacteriana de Pele

😳🦠 As infecções bacterianas da pele (piodermites) são queixas frequentes tanto no consultório, quanto no atendimento de urgência.

As piodermites são classificadas de acordo com a profundidade e região cutânea acometida, sendo que as mais conhecidas são o Impetigo, a Foliculite, e o Furúnculo.

📌 O impetigo ocorre principalmente em crianças com idades entre 2 e 5 anos, porém pode acometer qualquer faixa etária. Corresponde à terceira causa de infecção cutânea na infância, ficando atrás somente das dermatites e verrugas virais.

O calor e a umidade favorecem o aparecimento do impetigo, sendo prevalente no verão e em regiões de clima tropical. A infecção normalmente afeta o rosto. As lesões são altamente contagiosas e se espalham facilmente.

📌 A foliculite é a inflamação superficial do folículo piloso e caracteriza-se por “espinhas” ou lesões sólidas. Pode ter diversas causas, sendo a bacteriana a mais frequente. Comum no couro cabeludo e nos membros, também pode ocorrer na face, principalmente na região em volta da boca. Pode surgir secundariamente por picadas de insetos e traumas cutâneos.

📌 Já o furúnculo, é a infecção do folículo piloso que se estende até os tecidos mais profundos da pele. Acometem principalmente regiões anatômicas com grande número de folículos pilosos, como as axilas e a região glútea, com formação de abscessos e necrose do folículo. Esse processo inflamatório pode se entender até a hipoderme.

👩‍⚕️ Em todos os casos é importante a avaliação pediátrica para a indicação do melhor tratamento, que pode incluir o uso de produtos tópicos e de medicações orais.

🩺 Dra. Gabriela Aires Ribas
Pediatra e Cardiologista Pediátrica
RQE 33941/ 33942