Afogamento na infância um problema evitável de saúde pública

Afogamento na infância: um problema evitável de saúde pública

O afogamento é uma das principais causas de morte acidental em crianças no mundo. Estima-se que cerca de 500 mil pessoas morram afogadas todos os anos, sendo crianças e adolescentes grupos especialmente vulneráveis. No Brasil, o afogamento é a 2ª causa de morte entre 5 e 14 anos, com mais de 7 mil óbitos anuais, principalmente em água doce (rios, lagos e represas).

🔹 Principais fatores de risco

Idade pediátrica Sexo masculino Falta de supervisão adequada Consumo de álcool por responsáveis Baixa condição socioeconômica

🔹 Pontos-chave do atendimento

O afogamento leva rapidamente à hipóxia, sendo o cérebro o órgão mais vulnerável. A ventilação precoce é a medida mais importante para reduzir mortalidade e sequelas. Termos como “quase afogamento” não são mais utilizados: todo evento com aspiração de líquido é considerado afogamento.

🔹 Prevenção salva vidas

Até 85% dos casos podem ser evitados com medidas simples:

✔ supervisão constante de crianças

✔ cercas de proteção em piscinas

✔ educação aquática precoce

✔ evitar álcool em atividades aquáticas

✔ orientação contínua às famílias

👉 Mensagem final: afogamento não é acidente imprevisível. É um evento frequente, grave e amplamente prevenível, que exige vigilância, educação e políticas públicas efetivas.

📚 Fonte: Szpilman D. Afogamento na infância: epidemiologia, tratamento e prevenção. Rev Paul Pediatria. 2005;23(3):142-153. 

Estudo revela uso frequente de exames e procedimentos desnecessários em hospitais pediátricos dos EUA

Estudo revela uso frequente de exames e procedimentos desnecessários em hospitais pediátricos dos EUA

Mesmo com diretrizes clínicas bem estabelecidas, exames e procedimentos de baixo valor — aqueles que oferecem pouco ou nenhum benefício real para a criança — ainda são amplamente utilizados em hospitais pediátricos dos Estados Unidos. Essa é a conclusão de um estudo recente publicado na revista Pediatrics.

A pesquisa avaliou mais de 400 mil internações pediátricas ocorridas entre julho de 2022 e junho de 2024, em 43 hospitais infantis, e identificou grande variação entre as instituições na adoção desses cuidados considerados desnecessários.

Para a análise, os pesquisadores utilizaram o Low-Value Care Calculator, uma ferramenta que estabelece metas realistas de redução desses exames com base no desempenho de hospitais que já apresentam melhores práticas. Entre os exemplos mais frequentes de uso excessivo, destacam-se:

Solicitação de PCR ou VHS em casos de pneumonia adquirida na comunidade, com um excesso estimado de 39%; Dosagem de eletrólitos em crianças com convulsão febril, realizada 38% acima do necessário; Hemoculturas em pneumonia, utilizadas em cerca de 35% dos casos além do recomendado.

Por outro lado, o estudo também identificou cinco práticas com índices muito baixos de baixo valor, indicando que alguns protocolos já estão bem consolidados e podem servir como referência para outras instituições.

Os autores observaram ainda que certos hospitais tendem, de forma consistente, a utilizar mais ou menos exames desnecessários, o que abre espaço para comparação de desempenho, revisão de protocolos e melhoria contínua da qualidade assistencial.

A redução de cuidados de baixo valor representa não apenas economia de recursos, mas principalmente a diminuição de desconforto, riscos e intervenções desnecessárias para as crianças, reforçando a importância de uma pediatria baseada em evidências e centrada no paciente.

Referência

Estudo revela exames e procedimentos desnecessários comuns em hospitais pediátricos nos EUA.

Pediatrics. Publicado em 26 de janeiro de 2026.

DOI: 10.1542/peds.2024-069283.

Sintomas leves na adolescência podem indicar maior risco de transtorno mentais na vida adulta

Sintomas leves na adolescência podem indicar maior risco de transtornos mentais na vida adulta

Sintomas aparentemente leves de sofrimento emocional na adolescência, como ansiedade, tristeza persistente ou alterações sutis do pensamento, podem representar sinais precoces de maior risco para o desenvolvimento de transtornos mentais mais graves na vida adulta. Essa é a principal conclusão de um estudo longitudinal realizado no Reino Unido, que acompanhou milhares de crianças e adolescentes por mais de duas décadas.

A pesquisa utilizou o modelo de estadiamento clínico transdiagnóstico, que classifica a progressão dos sintomas em fases, independentemente de um diagnóstico psiquiátrico específico, como depressão ou esquizofrenia. Nesse modelo, crianças com histórico familiar de transtornos mentais graves foram inicialmente classificadas como estágio 0. Durante a adolescência, parte desses indivíduos passou a apresentar sintomas leves, como ansiedade, humor deprimido ou ideias incomuns (estágio 1a).

Os resultados mostraram que adolescentes nesse estágio inicial apresentaram risco aproximadamente duas vezes maior de evoluir para sintomas mais intensos e incapacitantes no início da vida adulta (entre 18 e 24 anos), caracterizados por prejuízo no funcionamento escolar, social e profissional (estágio 1b). Essa associação permaneceu significativa mesmo após o controle de fatores sociais, eventos adversos na infância e dificuldades cognitivas.

Um achado relevante foi o papel do neuroticismo, traço de personalidade marcado por maior instabilidade emocional, preocupação excessiva e sensibilidade ao estresse. Esse fator explicou cerca de 18% da progressão entre sintomas leves na adolescência e quadros mais graves na vida adulta, destacando sua importância como marcador de risco.

Os autores enfatizam que sinais precoces de sofrimento mental não devem ser minimizados. A identificação e o acompanhamento desses sintomas na adolescência representam uma oportunidade estratégica para intervenções preventivas, com potencial de reduzir a progressão para transtornos mentais mais graves ao longo da vida.

Referência bibliográfica

Sintomas leves na adolescência poderiam indicar maior risco de transtornos mentais na vida adulta.

JAMA Psychiatry. Publicado em 26 de janeiro de 2026.

DOI: 10.1001/jamapsychiatry.2025.2648.

Cirúrgica metabólica e bariátrica pediátrica e medicamentos antiobesidade

Cirurgia metabólica e bariátrica pediátrica e medicamentos antiobesidade: avaliando eficácia, riscos e direções futuras

A obesidade infantil configura-se atualmente como uma epidemia global, com impacto crescente sobre a saúde física, metabólica, hormonal e psicossocial de crianças e adolescentes. Definida pelo índice de massa corporal (IMC) igual ou superior ao percentil 95 para idade e sexo, a obesidade afeta cerca de 19,7% das crianças e adolescentes de 2 a 19 anos nos Estados Unidos, correspondendo a aproximadamente 14,7 milhões de indivíduos, segundo dados do CDC. Fatores como idade, raça, etnia e renda familiar influenciam significativamente sua prevalência.

Diferentemente da obesidade de início na vida adulta, a obesidade pediátrica apresenta características fisiopatológicas próprias, com repercussões importantes sobre os eixos hormonais, o início e a progressão da puberdade. A associação entre obesidade infantil, resistência insulínica precoce e puberdade antecipada é bem documentada, sendo a sinalização lipídica central um possível mecanismo envolvido nesse processo.

O tratamento da obesidade na infância enfrenta barreiras relevantes, incluindo a escassez de profissionais pediátricos com formação específica em manejo do peso e obesidade, o que limita o acesso a cuidados especializados e baseados em evidências.

Nesse contexto, a cirurgia metabólica e bariátrica (MBS) consolidou-se como uma opção segura e eficaz para crianças e adolescentes com obesidade grave. As diretrizes da Sociedade Americana de Cirurgia Metabólica e Bariátrica e da Academia Americana de Pediatria recomendam procedimentos como a gastrectomia vertical laparoscópica (GVL) e o bypass gástrico em Y-de-Roux (RYGB) para pacientes com IMC superior a 120% do percentil 95 associado a comorbidades, ou acima de 140% do percentil 95, mesmo na ausência destas.

Paralelamente, os medicamentos antiobesidade (AOMs) de nova geração vêm ampliando as possibilidades terapêuticas. Fármacos como liraglutida (aprovada em 2021) e semaglutida (aprovada em 2022) demonstraram resultados expressivos na redução ponderal e no controle de comorbidades metabólicas, superando medicamentos tradicionais, que apresentam eficácia mais limitada.

Estratégias combinadas, associando AOMs e MBS, têm sido utilizadas com sucesso em grupos selecionados de pacientes pediátricos, especialmente em casos de obesidade grave ou resposta insuficiente a terapias isoladas. Embora ainda faltem diretrizes consolidadas baseadas em grandes estudos, a experiência clínica aponta benefícios relevantes dessa abordagem integrada.

Em conclusão, diante da ausência de medidas preventivas plenamente eficazes e da complexidade da obesidade infantil, a combinação de mudanças no estilo de vida, tratamento farmacológico moderno e cirurgia metabólica pode permitir não apenas a redução do peso, mas também a resolução de comorbidades, reversão de danos orgânicos e redução do impacto psicossocial, incluindo bullying e estigmatização.

Biografia / Referência científica

Chinn JO, Baidal JW, Pratt JSA, Shepard WE, et al.

Cirurgia metabólica e bariátrica pediátrica e medicamentos antiobesidade: avaliando eficácia, riscos e direções futuras.

The Journal of Pediatrics. Publicado em 26 de janeiro de 2026.

DOI: 10.1016/j.jpeds.2025.114610.

Poluição plasmática

Poluição plástica: a conta chegou

A poluição plástica deixou de ser apenas um problema ambiental e passou a configurar uma grave emergência de saúde pública, com impactos que atingem especialmente gestantes, bebês, crianças e populações vulneráveis.

De acordo com a Nota de Alerta da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), baseada na Lancet Countdown on Health and Plastics, a produção global de plástico cresceu de forma exponencial — de 2 milhões de toneladas em 1950 para mais de 475 milhões em 2022 — e pode ultrapassar 1,2 bilhão de toneladas até 2060. Atualmente, cerca de 80% de todo o plástico produzido já polui o planeta, persistindo no ambiente por décadas.

Ao longo de todo o seu ciclo de vida — da extração da matéria-prima ao descarte — os plásticos liberam substâncias químicas tóxicas, microplásticos e nanoplásticos, capazes de atravessar barreiras biológicas importantes, como a placenta, a barreira hematoencefálica e o epitélio pulmonar. Estudos já identificaram essas partículas em sangue, leite materno, placenta, pulmão, cérebro e coração humanos.

Na infância, a exposição precoce está associada a prematuridade, baixo peso ao nascer, malformações congênitas, prejuízo do neurodesenvolvimento, alterações hormonais, obesidade, hipertensão e maior risco de doenças crônicas ao longo da vida. Além disso, resíduos plásticos contribuem para a disseminação de doenças infecciosas, aumento da resistência antimicrobiana e agravamento das mudanças climáticas, com impacto direto na saúde coletiva.

A SBP reforça que o setor da saúde também faz parte do problema, ao gerar milhões de toneladas de resíduos plásticos anualmente, e destaca a necessidade urgente de redução do uso de plásticos, fortalecimento de políticas públicas, justiça ambiental e proteção da saúde das futuras gerações.

Como profissionais de saúde, é nosso dever reconhecer esses riscos e atuar de forma ativa na promoção da saúde planetária, integrando cuidado clínico, educação e responsabilidade socioambiental.

Referência

Sociedade Brasileira de Pediatria. Poluição plástica: a conta chegou! Contagem Regressiva da Lancet sobre saúde e plásticos. Nota de Alerta nº 06, 04 set. 2025.  

Antibióticos no resfriado

Antibióticos no resfriado comum e na rinite purulenta aguda: vale a pena? 🤧💊

📌 Resumo baseado em evidência científica de alta qualidade

Uma revisão sistemática da Cochrane avaliou se o uso de antibióticos traz benefício no tratamento do resfriado comum e da rinite purulenta aguda (secreção nasal espessa, com menos de 10 dias de evolução).

🔍 O que foi analisado?

11 ensaios clínicos randomizados Crianças e adultos Comparação entre antibióticos vs. placebo

📊 Principais resultados

❌ Sem benefício clínico: antibióticos não reduziram duração nem intensidade dos sintomas do resfriado comum. ❌ Sem benefício na rinite purulenta aguda persistente. ⚠️ Mais efeitos adversos com antibióticos: Adultos com resfriado comum: risco quase 2,6 vezes maior de efeitos colaterais. Rinite purulenta aguda: aumento de efeitos adversos em todas as idades.

🧠 Conclusão prática

👉 Antibióticos não devem ser usados rotineiramente no resfriado comum ou na rinite purulenta aguda.

👉 Além de não ajudar, podem causar efeitos adversos, especialmente em adultos, e contribuem para a resistência bacteriana.

📚 Referência

Cochrane Systematic Review – Antibiotics for the common cold and acute purulent rhinitis.

DOI: 10.1002/14651858.CD000247.pub4

🫀💡 Medicina baseada em evidências também é saber quando não prescrever.

💉 Doença Pneumocócica: o que muda nas novas recomendações da SBP?

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💉 Doença Pneumocócica: o que muda nas novas recomendações da SBP?

🧫 O Streptococcus pneumoniae continua sendo uma das principais causas de pneumonia, meningite e bacteremia em crianças.
Apesar dos avanços com as vacinas, ainda há doença residual — principalmente pelos sorotipos 19A, 3 e 6A/6C.

👶 Para crianças saudáveis:
• O PNI usa a VPC10 (2, 4 e 12 meses).
• A SBP recomenda, sempre que possível, VPC13, VPC15 ou VPC20 no esquema 3+1 (2, 4, 6 e reforço entre 12-15 meses).
• Crianças vacinadas com VPC10 podem receber dose adicional de vacinas de valência maior.
• VPC13, 15 e 20 são intercambiáveis.

❤️‍🩹 Para crianças com comorbidades (ex.: cardiopatias, imunodeficiências, asplenia, HIV, prematuridade):
• Preferência pela VPC20 a partir de 6 semanas de vida (esquema 3+1).
• A VPP23 deixa de ser indicada na maioria dos casos pediátricos.

⚠️ A vacina VPP23 foi descontinuada no mercado privado brasileiro em agosto de 2025.

📊 A ampliação da cobertura com vacinas de maior valência é essencial para conter a resistência bacteriana e os sorotipos emergentes.

📚 Fonte:
Sociedade Brasileira de Pediatria – Departamento Científico de Imunizações (Gestão 2025-2028).
“Diretriz para Prevenção da Doença Pneumocócica em Pediatria”

Prevenção da Doença Pneumocócica

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💉 Doença Pneumocócica: o que muda nas novas recomendações da SBP?

🧫 O Streptococcus pneumoniae continua sendo uma das principais causas de pneumonia, meningite e bacteremia em crianças.
Apesar dos avanços com as vacinas, ainda há doença residual — principalmente pelos sorotipos 19A, 3 e 6A/6C.

👶 Para crianças saudáveis:
• O PNI usa a VPC10 (2, 4 e 12 meses).
• A SBP recomenda, sempre que possível, VPC13, VPC15 ou VPC20 no esquema 3+1 (2, 4, 6 e reforço entre 12-15 meses).
• Crianças vacinadas com VPC10 podem receber dose adicional de vacinas de valência maior.
• VPC13, 15 e 20 são intercambiáveis.

❤️‍🩹 Para crianças com comorbidades (ex.: cardiopatias, imunodeficiências, asplenia, HIV, prematuridade):
• Preferência pela VPC20 a partir de 6 semanas de vida (esquema 3+1).
• A VPP23 deixa de ser indicada na maioria dos casos pediátricos.

⚠️ A vacina VPP23 foi descontinuada no mercado privado brasileiro em agosto de 2025.

📊 A ampliação da cobertura com vacinas de maior valência é essencial para conter a resistência bacteriana e os sorotipos emergentes.

📚 Fonte:
Sociedade Brasileira de Pediatria – Departamento Científico de Imunizações (Gestão 2025-2028).
“Diretriz para Prevenção da Doença Pneumocócica em Pediatria”

Dia Mundial do AVC

Dia Mundial do AVC (29 de outubro)

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⚠️ SINAIS DE ALERTA

🚨 Lembre da sigla S.A.M.U:

S — Sorriso
Peça para a pessoa sorrir. Um lado do rosto pode ficar torto.

A — Abraço
Peça para levantar os dois braços. Um deles pode cair ou não se mover.

M — Mensagem
Peça para repetir uma frase simples. A fala pode sair enrolada ou confusa.

U — Urgência
Ligue 192 imediatamente! Cada minuto conta.

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❤️‍🩹 FATO IMPORTANTE

🕒 O AVC é uma emergência!
Quanto mais rápido o atendimento, maior a chance de recuperação.

💬 Tempo é cérebro.

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💡 PREVENÇÃO

🩺 Controle da pressão arterial
🍎 Alimentação saudável
🚭 Evite o cigarro
🏃‍♀️ Pratique atividade física
💧 Controle do diabetes e colesterol

Vacinação

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) divulgou o novo calendário de vacinas para crianças e adolescentes saudáveis, com novidades importantes:

💉 Principais destaques:
• Pólio: apenas com vacina inativada (VIP).
• Pneumocócica: recomendação preferencial pelas versões ampliadas (13, 15 ou 20-valente).
• Meningocócica ACWY: reforços aos 5–6 anos e na adolescência.
• HPV: esquema a partir dos 9 anos, preferencialmente com a vacina nonavalente.
• COVID-19: vacinação rotineira a partir dos 6 meses de idade.
• Dengue (Qdenga®): indicada a partir dos 4 anos.
• Anticorpo contra VSR (nirsevimabe): dose única no primeiro ano de vida.

👶🏼 Gestantes: vacinação contra COVID-19, dTpa, influenza e vírus sincicial respiratório (VSR) durante a gravidez.

💉 Por que falar em meningite?

A meningite pode evoluir rapidamente e deixar sequelas graves — ou até levar à morte.
👉 A prevenção com vacinas é a forma mais eficaz de proteger crianças e adolescentes.

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🧬 O que mudou em 2025–2026

A SBP reforçou a importância das vacinas meningocócicas conjugadas:
• MenACWY a partir dos 2 meses de idade;
• Reforço aos 5–6 anos;
• Nova dose na adolescência (11 a 14 anos).

💡 Sempre que possível, prefira a vacina ACWY pelo maior espectro de proteção.

Lembrete para pais e cuidadores

✅ Verifique o cartão de vacinação do seu filho.
✅ Mesmo quem iniciou com MenC pode receber MenACWY.
✅ Reforce a imunização na adolescência.

💬 Mensagem da SBP: manter o cartão de vacinas em dia é proteger não só a criança, mas toda a comunidade.

📚 Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria – Documento Científico Nº 12, 20 de outubro de 2025.