Dezembro

🎄 O mês de dezembro é marcado por uma epidemia de “dezembrite”. 🗣 A informação é da Isma-BR (Internacional Stress Management Association Brasil) que divulgou, em uma pesquisa, que o nível de estresse do brasileiro aumenta, em média, 75% no último mês do ano.

😰 Parece brincadeira, mas é real e acontece no fim de ano, justamente quando as pessoas estão abarrotadas de coisas para fazer. Compromissos sociais, organização das festas em família, comprar presentes, enfrentar filas, concluir pendência do trabalho, planejar o réveillon, projetar o novo ano. A extensa lista para os últimos 31 dia de dezembro e a falta de tempo é motivo para ansiedade, irritabilidade e estresse que somados podem influenciar na saúde física e mental.

Aliado a isso existe ainda a pressão do checklist pessoal: a hora de colocar na balança tudo que foi planejado para o ano e analisar se as metas foram cumpridas. Se houver pendências, muitos sentem tristeza, depressão e angústia… 😔

🧘‍♀️Para lidar com essa sensação de insatisfação com o desempenho é necessário muito autoconhecimento para reconhecer suas capacidades, dificuldades e limitações. Assim, fica mais fácil nos sentirmos satisfeitos com nossas decisões e com nossa vida, como ela realmente é.

🙏 Que em 2024, possamos tentar ter um outro olhar sobre os acontecimentos e sobre nós mesmos, sendo mais gratos por tudo. Isso pode ressignificar as situações que acontecem conosco, além de serem gatilhos positivos para o fortalecimento da saúde emocional como um todo. 💕

🩺 Dra. Gabriela Aires Ribas
Pediatra e Cardiologista Pediátrica
RQE 33941/ 33942

Dica de Filme

💙 No mês dedicado a falarmos sobre o autismo, a #dicadefilme de hoje está disponível na Netflix e conta a história real de Roberto Bubas, um biólogo que trabalhava em uma praia da Patagônia, no sul da Argentina, se dedicando ao estudo de orcas.

🧩 Sua vida muda quando ele encontra Tristán que possui autismo. O pequeno e sua mãe saíram da Espanha e decidiram encarar essa aventura, após ela ver a forte conexão que ele demonstrou com as orcas ao assistir um documentário da National Geographic feito pelo biólogo Beto.

💻 Sensível e com uma fotografia incrível, “O Farol das Orcas” é uma ótima opção para assistir com os pequenos no fim de semana! 😉

Vitamina D na criança

✅ Embora definida como vitamina, essa substância
é um pró-hormônio que desempenha papel fundamental no equilíbrio do cálcio e do metabolismo ósseo do corpo.

A deficiência de vitamina D é um dos distúrbios nutricionais mais frequentes em todo o mundo. No Brasil, a hipovitaminose D é um problema comum, que também acomete crianças e adolescentes.

🌞 Essa substância pode ser obtida de duas formas: pela síntese cutânea (exposição solar) que é responsável por até 90% dessa síntese metabólica e pelas fontes alimentares.

Mas exposição solar? E os riscos? Então, sabemos dos malefícios da exposição solar direta, e não existe um nível seguro que possa ser recomendado, o que sugerimos é que os lactentes menores de 6 meses não sejam expostos ao sol e nas demais idades essa exposição seja controlada.

Na grande maioria dos casos, principalmente em crianças até 2 anos, o Pediatra vai recomendar a reposição, conforme vemos na tabela em slide.

Então a criança deve ficar trancada dentro de casa? Claro que não! O importante mesmo é deixar que os pequenos tenham um estilo de vida e uma rotina com brincadeiras ao ar livre, em contato com a grama e com a natureza, fazendo isso de forma controlada e nos horários recomendados os benefícios irão além da Vitamina D, a criança também vai colher bem estar e qualidade de vida!

🩺 Dra. Gabriela Aires Ribas
Pediatra e Cardiologista Pediátrica
RQE 33941/ 33942

❌ A deficiência de vitamina D é um dos distúrbios nutricionais mais frequentes em todo o mundo. No Brasil, embora a maioria da população resida em regiões de adequada exposição solar, a hipovitaminose D é um problema comum.

✅ Embora definida como vitamina, essa substância é conceitualmente um pró-hormônio que desempenha papel fundamental no processo de absorção do cálcio e metabolismo ósseo. 🦴

⚠ Os grupos de maior risco de terem deficiência de vitamina D são nascimento prematuro, dieta vegetariana, uso de alguns tipos de medicamentos, síndromes de má absorção intestinal e obesidade.

⛅ Outros fatores que reduzem a síntese da vitamina D na pele são: altitude, usar roupas que cubram quase todo o corpo, passar a maior parte do tempo em ambientes fechados, poluição atmosférica e tempo predominantemente nublado.

🌞 Quase a totalidade da vitamina D, 90%, é proveniente da síntese cutânea após exposição solar e menos de 10% é obtida por fontes alimentares.

🚫 Porém, devemos levar em consideração que a exposição solar deve ser equilibrada com os riscos de fotoenvelhecimento e câncer de pele, não existindo um nível seguro de exposição que possa ser recomendado. Dessa forma, a Sociedade Brasileira de Pediatria e a Sociedade Brasileira de Dermatologia não indicam a exposição solar sem proteção para esse fim. Caso haja a indicação de reposição da vitamina D, essa deve ser feita pela dieta ou suplementação vitamínica com indicação médica.

🩺 Dra. Gabriela Aires Ribas
Pediatra e Cardiologista Pediátrica
RQE 33941/ 33942

Cuidados com a pele do Recém Nascido

🛡 A pele é o maior órgão do corpo humano e atua como barreira, evitando a desidratação, a absorção de substâncias nocivas e a invasão de microrganismos. No recém-nascido, ela exerce uma função protetora importante e vai amadurecer gradualmente ao longo da infância.

👶 Até os 24 meses, a pele é aproximadamente 30% mais fina do que no adulto! Por isso, a pele infantil é mais susceptível à penetração de irritantes, alérgenos e infecções.

➡ Por isso, para manter seu pequeno protegido, arraste para o lado e confira as dicas do post de hoje.

🩺 Dra. Gabriela Aires Ribas
Pediatra e Cardiologista Pediátrica
RQE 33941/ 33942

Guillain-Barré

🧠 A síndrome de Guillain-Barré é caracterizada por uma inflamação dos nervos que pode levar à fraqueza muscular, paralisia e, em casos mais graves, dificuldade respiratória.

🦠 A causa exata da síndrome ainda é desconhecida, mas acredita-se que seja uma resposta autoimune desencadeada por uma infecção viral ou bacteriana.

🤕 A doença geralmente começa com fraqueza, dormência, dor e formigamento nas pernas e pode se espalhar para os braços e músculos respiratórios. Em casos graves, a paralisia pode se desenvolver e requerer suporte respiratório.

🩺 Infelizmente, não há cura para a síndrome de Guillain-Barré, mas o tratamento visa aliviar os sintomas, acelerar a recuperação e prevenir complicações.

🇧🇷 No Brasil, O Ministério da Saúde afirma que são registrados de 1 a 4 casos da síndrome a cada 100 mil pessoas, especialmente entre os 20 e 40 anos de idade. Levando em conta nossa população, são cerca de 535 casos da doença no país por ano.

👀 Atenção: Não existe prevenção específica para a doença, entretanto a prevenção de infecções como a gripe, dengue e zika pode ajudar a reduzir a chance de apresentar a Síndrome de Guillain-Barré!

🩺 Dra. Gabriela Aires Ribas
Pediatra e Cardiologista Pediátrica
RQE 33941/ 33942

Acidentes Evitáveis na infância

👶 A partir do 5º mês até o primeiro ano de vida, o bebê já reconhece as suas mãos e vai passar a utilizá-las, indo atrás dos objetos que chamam a sua atenção para tentar levá-los à boca.

Eles também começam a ter maior capacidade motora e vão aprender a se virar, depois a rolar, a engatinhar e alguns até tentar andar…. 😅 A partir dessa mobilidade, todo ambiente que ele fica deverá estar com a proteção necessária. ⚠ Os riscos de quedas, afogamentos, aspiração de objetos e queimaduras aumentam e a atenção para com o bebê precisa ser total e de proteção passiva. Ou seja, todo o ambiente deve estar preparado para sua evolução e descobertas.

▶️ Portanto, arrasta para o lado e confira as principais medidas de prevenção para esta faixa etária. 💌 Salva o post para consultar quando precisar e compartilha com uma família que você conhece.

🩺 Dra. Gabriela Aires Ribas
Pediatra e Cardiologista Pediátrica
RQE 33941/ 33942

Dislipidemia

🩸 A dislipidemia é uma doença caracterizada pela presença de níveis elevados de lipídios, ou seja, gorduras no sangue.

⚠ Infelizmente, sabemos que as dislipidemias não são mais exclusivas de adultos e idosos. Pelo contrário, segundo o Ministério da Saúde, sua prevalência já alcança mais de 20% das crianças e adolescentes.

🍕 Além disso, a epidemia de obesidade vem crescendo em todas as faixas etárias, associada ao crescimento da ocorrência cada vez mais precoce de uma série de fatores de risco cardiovasculares, como dislipidemia, resistência à insulina e hipertensão.

🚴 Como a maioria dos casos na infância é decorrente de maus hábitos de vida, a abordagem inicial é comportamental. Em geral, estimulamos a mudança no estilo de vida com pratica de atividade física moderada e regular, hábitos alimentares saudáveis e manutenção de peso, evitando a obesidade.

👩‍⚕️ Caso a criança esteja em uma dieta pobre em lipídeos, pode haver comprometimento no seu crescimento e desenvolvimento. Por isso, é preciso ter uma atenção redobrada com acompanhamento de um profissional capacitado.

💔 A identificação precoce da dislipidemia, associada à mudança no estilo de vida e ao tratamento medicamentoso quando indicado, pode atenuar o risco cardiovascular na vida adulta, que atualmente é a maior causa de mortalidade em todo o mundo!

🩺 Dra. Gabriela Aires Ribas
Pediatra e Cardiologista Pediátrica
RQE 33941/ 33942

Piolhos

🦠 Os piolhos são ácaros parasitas que causam uma doença chamada pediculose. Eles botam ovos que ficam presos próximos à raiz do cabelo e quando se rompem deixam casquinhas chamadas de lêndeas.

👒 Quem tem criança em idade escolar, sabe que os piolhos são bem comuns e de fácil transmissão. Eles passam de uma cabeça para a outra pelo contato, mas também podem ser transmitidos por objetos como chapéu, travesseiro, escova e acessórios de cabelo.

🔴 Além da incômoda coceira, os piolhos podem deixar lesões avermelhadas no couro cabeludo, Ínguas na região da nuca e atrás das orelhas e sensação de que algo se movimenta na cabeça. São bem incômodos e o melhor é a prevenção:

🔎 Avaliar diariamente a cabeça da criança na procura de piolhos e lêndeas.
🎀 Crianças com cabelos longos devem ir preferencialmente de cabelo preso para a escola.
❌ Orientar as crianças a não compartilharem com os colegas pentes, escovas, bonés, lenços ou bandanas.

🪮 Caso os pais encontrem os piolhos, além de usar um pente fino, o ideal é buscar a avaliação do Pediatra, que indicará quais são os medicamentos recomendados, incluindo xampus ou remédios de uso oral. Não medique a criança por conta própria, pois essas substâncias têm grande absorção pelo couro cabeludo, que é ricamente vascularizado, podendo causar maiores problemas.

Compartilha com os pais que você conhece! 😘

🩺 Dra. Gabriela Aires Ribas
Pediatra e Cardiologista Pediátrica
RQE 33941/ 33942

Diarreia

💩 A diarreia pode ser definida pela ocorrência de três ou mais evacuações amolecidas ou líquidas nas últimas 24 horas. Na diarreia aguda ocorre um desequilíbrio entre a absorção e a secreção de líquidos e eletrólitos e é um quadro autolimitado.

🦠 Normalmente, a diarreia é uma infecção causada por vírus, bactérias ou protozoários e que pode ter consequências graves como desidratação, desnutrição e até mesmo óbito.

🔎 Eventualmente outras causas podem iniciar o quadro de diarreia como: alergia ao leite de vaca, deficiência de lactase, apendicite aguda, uso de laxantes e antibióticos ou intoxicação.

👶 Por ter baixo peso, é importante que todo bebê ou criança com diarreia seja avaliado pelo Pediatra. Além disso, caso o pequeno apresente também vômitos persistentes, perdas diarreicas volumosas e frequentes e sinais de desidratação como sonolência, boca seca e pouca urina, a criança deve ser encaminhada ao serviço de urgência para tratamento adequado.

✅ Lembre-se de aumentar a oferta de líquidos, incluindo o soro de reidratação oral e a manutenção da alimentação com alimentos que não agravem a diarreia como sopa de frango com hortaliças e verduras, água de coco e água. São inadequados: refrigerantes, líquidos açucarados, chás, sucos comercializados e café.

🩺 Dra. Gabriela Aires Ribas
Pediatra e Cardiologista Pediátrica
RQE 33941/ 33942