🫀 EMERGÊNCIAS DE CHOQUE PEDIÁTRICO

Reconhecimento precoce • Manejo direcionado • Reavaliação contínua = melhores desfechos

🔎 Avaliação PALS (Abordagem ABCDE)

A – Via aérea (Airway) B – Respiração (Breathing) C – Circulação (Circulation) D – Estado neurológico (Disability) E – Exposição (Exposure)

1️⃣ CHOQUE HIPOVOLÊMICO (Mais comum)

🧠 Reconhecimento:

Taquicardia, pressão de pulso estreita Pulsos periféricos fracos Pele pálida e fria Tempo de enchimento capilar prolongado ↓ Débito urinário Irritabilidade → letargia

💉 Manejo:

Bólus de cristalóide isotônico 20 mL/kg, repetir se necessário Controlar sangramento (se presente) Considerar coloide Transfundir concentrado de hemácias se indicado

2️⃣ CHOQUE DISTRIBUTIVO

(Séptico • Anafilático • Neurogênico)

🧠 Reconhecimento:

Pressão de pulso variável Pulsos amplos ou fracos Pele quente ou fria Enchimento capilar variável ↓ Débito urinário Irritabilidade → letargia

💉 Manejo:

Cristaloide isotônico 10–20 mL/kg Epinefrina IM/infusão (anafilaxia) Vasopressores + antibióticos precoces (sepse) Considerar broncodilatador, anti-histamínicos e corticoides

3️⃣ CHOQUE CARDIOGÊNICO

🧠 Reconhecimento:

Taquicardia, pressão de pulso estreita Estertores, gemência, desconforto respiratório Pulsos fracos, pele pálida e fria Enchimento capilar prolongado Irritabilidade → letargia

💉 Manejo:

Cristaloide 5–10 mL/kg com cautela Iniciar inotrópicos/vasoativos precocemente Tratar arritmias (bradi/taqui) Tratar causa de base

4️⃣ CHOQUE OBSTRUTIVO

🧠 Reconhecimento:

Comprometimento grave da perfusão Desconforto respiratório Pulsos fracos, pele pálida e fria Enchimento capilar prolongado Irritabilidade → letargia

💉 Manejo:

Lesões dependentes de canal arterial: Prostaglandina E1 + especialista Pneumotórax hipertensivo: descompressão com agulha → dreno Tamponamento cardíaco: pericardiocentese + volume (5–10 mL/kg) Embolia pulmonar: considerar trombólise/anticoagulação

⚡ PRIORIDADES NO PALS

Oxigenação e ventilação Suporte de via aérea, respiração e circulação Acesso IV/IO e fluidos Iniciar precocemente, fazer bólus e reavaliar Monitorização contínua FC, PA, SpO₂, perfusão e diurese Reavaliação frequente Estado mental, perfusão e resposta ao tratamento

🧠 Mensagem-chave:

Reconheça cedo • Diferencie rapidamente • Trate agressivamente • Salve vidas

Cosméticos na infância

Cosméticos na infância: leitura de rótulos

O uso de cosméticos em crianças tem aumentado progressivamente. A pele infantil é mais fina, mais permeável e com sistema imunológico imaturo, o que favorece maior absorção cutânea e maior risco de efeitos adversos, inclusive sistêmicos 

1. Importância da leitura de rótulos

A leitura dos rótulos é essencial para identificar ingredientes potencialmente nocivos. No Brasil, a rotulagem segue a nomenclatura INCI, que padroniza os nomes dos componentes e permite análise mais precisa por profissionais e consumidores 

2. Termos comerciais não garantem segurança

Expressões como “natural”, “orgânico”, “vegano” ou “clean” não significam necessariamente que o produto é seguro. Muitos desses produtos ainda contêm substâncias alergênicas ou irritantes 

3. Ingredientes questionáveis

São substâncias permitidas, mas com potencial risco descrito na literatura. Os principais incluem:

Parabenos e ftalatos: possível ação como desreguladores endócrinos Formaldeído e liberadores: associados a dermatite e potencial carcinogenicidade Fenoxietanol: risco de irritação cutânea Lauril sulfato de sódio: irritação e dano à barreira cutânea Metilisotiazolinona: alta associação com dermatite de contato Fragrâncias (parfum): mistura de compostos com potencial alergênico e sistêmico Triclosan: impacto ambiental, resistência bacteriana e possível efeito imunológico

Attachment.pngFiltros solares químicos (oxibenzona, octinoxato): possível interferência hormonal, embora sem evidência conclusiva em humanos 

Produtos sem enxágue apresentam maior risco por maior tempo de contato e absorção cutânea 

4. Regulamentação

A ANVISA estabelece limites de concentração, proibições específicas e regras de rotulagem. Exemplo: compostos de alumínio são proibidos em desodorantes para menores de 12 anos 

5. Cosméticos e risco real

Embora existam preocupações, a maioria dos efeitos adversos é baseada em estudos experimentais ou exposições elevadas. A evidência em humanos ainda é limitada para muitos ingredientes 

6. Conceitos importantes

Cosmetovigilância: monitoramento de eventos adversos após comercialização Terrorismo cosmético: disseminação de informações alarmistas sem base científica

Embalagem: contém dados essenciais como validade, modo de uso e composição 

7. Conclusão

A escolha de cosméticos infantis deve ser criteriosa, baseada na leitura de rótulos e no conhecimento dos ingredientes. Sempre que possível, recomenda-se evitar substâncias potencialmente nocivas, mesmo que permitidas, priorizando segurança a longo prazo 

Referências

Attachment.pngAttachment.pngAttachment.pngAttachment.pngSociedade Brasileira de Pediatria. Cosméticos na infância: importância da leitura de rótulos. 2025. 

Nowak K et al. Parabens and endocrine effects. Mol Cell Endocrinol. 2018. Stamatas GN et al. Infant skin physiology. Pediatr Dermatol. 2010. Darbre PD. Aluminium and breast tissue. Morphologie. 2016. Matta MK et al. Sunscreen absorption. JAMA. 2020.

Diretriz de Avaliação Cardiovascular Perioperatória da Sociedade Brasileira de Cardiologia – 2024

Principais Novidades (Tabela 1 da Diretriz)

• Avaliação rotineira de capacidade funcional (subir 2 lances de escada) em cirurgias de risco intermediário/alto (Classe I).

• Avaliação de fragilidade em idosos para cirurgias intermediárias/altas, usando instrumento objetivo (Classe IIa).

• Indicações mais precisas de ECG, ecocardiograma e provas funcionais com imagem.

• Novas recomendações sobre manejo de anti-hipertensivos, antiplaquetários, anticoagulantes e betabloqueadores no perioperatório.

• Uso de biomarcadores (BNP/NT-proBNP e troponina) em pacientes selecionados.

• Ênfase no Perioperative Risk Team (equipe multidisciplinar) para casos complexos.

Fluxo de Avaliação Pré-operatória (Figura Central)

1. Cirurgia de emergência? → Prossiga com monitorização e estratégias de redução de risco.

2. Condição CV instável grave? (Tabela 2: SCA, IC descompensada, estenose valvar sintomática grave, arritmias graves, HAS > 180/110 mmHg etc.) → Estabilizar primeiro e adiar cirurgia eletiva.

3. Estimativa de risco usando algoritmos:

• RCRI (Índice de Risco Cardíaco Revisado – Lee) ou

• AUB-HAS2 (mais recente).

• Em cirurgia vascular arterial → preferir VSG-CRI.

4. Classificação de risco:

• Baixo: RCRI 0-1 ou AUB-HAS2 0-1

• Intermediário: RCRI 2 ou AUB-HAS2 2-3

• Alto: RCRI ≥3 ou AUB-HAS2 ≥4

5. Avaliar capacidade funcional + fragilidade (em idosos).

6. Solicitar exames complementares apenas se alterarem a conduta (ver Figura 1 da Diretriz):

• ECG: indicado em risco intermediário/alto, diabetes, obesidade, idade >40 anos etc.

• Ecocardiograma: IC suspeita/conhecida, valvopatia, transplante hepático.

• Provas funcionais com imagem: baixa capacidade funcional + risco intermediário/alto quando o resultado pode mudar a conduta.

Risco Intrínseco da Cirurgia (Tabela 3)

• Baixo (<1%): procedimentos dentários, oftalmológicos, dermatológicos, mama, tireoide etc.

• Intermediário (1-5%): intraperitoneal, intratorácica não major, cabeça/pescoço, urológica/ginecológica major, transplante renal.

• Alto (>5%): aorta e vascular major, esofagectomia, pneumectomia, transplante hepático/pulmonar, cistectomia etc.

Condições com Aspectos Específicos

• Hipertensão arterial: evitar hipotensão perioperatória; pode manter a maioria dos anti-hipertensivos (incluindo IECA/BRA em casos selecionados).

• Procedimentos de baixo risco (odontológicos, dermatológicos, endoscópicos, oftalmológicos): geralmente não exigem avaliação CV adicional; manter antiplaquetários/anticoagulantes na maioria dos casos.

• Doença valvar: estenose aórtica/mitral grave sintomática → tratar antes da cirurgia não cardíaca.

• Transplante de órgãos (fígado e rim): avaliação CV estruturada, incluindo cateterismo cardíaco direito quando PSAP elevada.

Medidas para Redução de Risco CV

• Betabloqueadores: manter se em uso crônico (Classe I).

• Estatinas: manter ou iniciar se houver indicação clínica (DAC, AVC, DAP, diabetes).

• Antiplaquetários: recomendações detalhadas para monoterapia e dupla antiagregação (DAP); usar teste de agregabilidade quando possível para encurtar suspensão.

• Anticoagulação: protocolos claros para varfarina e DOACs (dabigatrana, rivaroxabana, apixabana, edoxabana) com tempo de suspensão conforme risco hemorrágico.

• Revascularização miocárdica: intervalos mínimos recomendados após ICP ou CRM antes de cirurgia não cardíaca (ex.: ≥6 meses após ICP eletiva em muitos casos).

• Profilaxia de endocardite: atualizada conforme tipo de procedimento.

Biomarcadores

• Peptídeos natriuréticos (BNP/NT-proBNP): em pacientes >65 anos ou 45-64 anos com DCV ou fatores de risco.

• Troponina ultrassensível: monitorização pós-operatória em pacientes de risco intermediário/alto (especialmente em UTI).

Diagnóstico e Tratamento de Complicações

• Injúria/Infarto Miocárdico Perioperatório (PMI/IAM): definição baseada em delta de troponina; otimizar causas secundárias (anemia, taquicardia, hipotensão).

• Fibrilação atrial nova: avaliar anticoagulação de longo prazo conforme CHA₂DS₂-VASc.

• Tromboembolismo venoso: preferência por HBPM ou fondaparinux em casos estáveis.

Recomendações Gerais

• A maioria das cirurgias é de baixo risco → avaliação CV mínima.

• Exames complementares só quando mudam a conduta ou otimizam o paciente.

• Decisões complexas → discutir em Perioperative Risk Team (cardiologista + cirurgião + anestesista + outros especialistas).

• O objetivo final é equilibrar risco CV × benefício da cirurgia, evitando atrasos desnecessários.

Essa diretriz reforça a abordagem individualizada, multidisciplinar e baseada em evidência, com forte ênfase em não realizar exames de rotina em pacientes de baixo risco.

Diretriz de Ecocardiografia de Estresse (2026)

Resumo da Diretriz de Ecocardiografia de Estresse (2026)

A ecocardiografia de estresse é um método não invasivo que avalia a função cardíaca sob sobrecarga, permitindo diagnóstico e estratificação de risco, principalmente na doença arterial coronariana (DAC).

🔬 Princípios fisiológicos

O exame baseia-se na indução de isquemia miocárdica por:

exercício físico estresse farmacológico (dobutamina, dipiridamol, adenosina ou regadenoson)

A resposta esperada é o aumento da contratilidade miocárdica. A presença de hipocinesia, acinesia ou discinesia indica isquemia.

❤️ Principais indicações

Diagnóstico de DAC em pacientes com probabilidade intermediária Estratificação de risco cardiovascular Avaliação prognóstica após eventos coronarianos Investigação de dor torácica Avaliação de viabilidade miocárdica

A diretriz destaca que o método apresenta boa acurácia diagnóstica e valor prognóstico robusto 

📊 Vantagens clínicas

Comparado à ergometria:

Maior precisão diagnóstica Melhor estratificação de risco Redução de exames adicionais Menor custo global no seguimento

Pacientes com exame negativo apresentam baixo risco e podem receber alta com segurança 

🧠 Aplicações adicionais

Avaliação da função ventricular Diagnóstico diferencial de dor torácica (ex: Takotsubo, dissecção aórtica) Avaliação de fluxo coronariano e reserva coronária

A ecocardiografia transtorácica também auxilia na avaliação estrutural e funcional global 

⚙️ Técnicas avançadas

A diretriz incorpora métodos modernos:

Strain miocárdico (speckle tracking) melhora a sensibilidade diagnóstica Avaliação da deformação miocárdica permite detectar alterações precoces Métodos 3D ampliam a análise da função ventricular

Essas técnicas aumentam a precisão na detecção de isquemia 

💊 Protocolos farmacológicos

Exemplo com regadenoson:

Dose fixa de 0,4 mg em bolus Imagens entre 2 a 10 minutos após infusão

Outras drogas: dobutamina, dipiridamol, adenosina

⚠️ Contraindicações

Hipotensão Broncoespasmo ativo Bloqueio AV avançado sem marcapasso Instabilidade clínica ou angina instável

🚨 Efeitos colaterais

Podem ocorrer em até 20% dos pacientes:

dispneia cefaleia dor torácica hipotensão bloqueios atrioventriculares

👩‍⚕️ Populações especiais

Mulheres: mesma acurácia diagnóstica, porém maior incidência de hipotensão durante o exame Idosos: método fundamental pela alta prevalência de DAC

📚 Referência principal

Camarozano AC et al. Diretriz sobre Ecocardiografia de Estresse – 2026. Arquivos Brasileiros de Cardiologia. 2026;123(4):e20260223. 

Qual a relação da puberdade atrasada em meninos com diabetes tipo 2 na vida adulta?

Filho com desenvolvimento puberal lento aos 16-19 anos? Estudo israelense no The Lancet Child & Adolescent Health (DOI: 10.1016/S2352-4642(25)00333-5), com 964 mil adolescentes homens (1992-2019), revela: 2,6% com atraso puberal tiveram diabetes tipo 2 (vs 0,7% sem atraso). Incidência 140 vs 41 casos/100 mil pessoa-anos — risco 2,5x maior, mesmo ajustado por IMC, SES e mais. Não é só variação benigna: marcador metabólico precoce!

Diabetes precoce sobrecarrega vasos e coração jovem. No Instituto Aires Ribas, monitoramos riscos cardiometabólicos desde cedo.

🩺 Dra. Gabriela Aires Ribas
Pediatra e Cardiologista Pediátrica
CRM 52697 | RQE 33941/33942

📍 Edifício Medcenter, Rua dos Otoni, 909 – Sala 1401, Santa Efigênia, BH/MG
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#PuberdadeAtrasada #DiabetesTipo2 #CoracaoAdolescente #CardiologiaPediatrica #InstitutoAiresRibas #DraGabrielaAiresRibas

Mãe, coceira ou corrimento na filhinha: vulvovaginite é comum na infância?

Mãe, coceira ou corrimento na filhinha: vulvovaginite é comum na infância?

Secreção vaginal normal é clara e pouca, mas desequilíbrio de bactérias causa vulvovaginite — afeta 70-80% dos casos ginecológicos em meninas pré/púberes. Nota do Dept. de Medicina do Adolescente (SBP) atualiza: higiene primeiro; se não resolver, investigar por idade (crianças vs teens). Tratamento personalizado evita recorrências.

Infecções assim geram estresse inflamatório que afeta o coração infantil. No Instituto Aires Ribas, orientamos saúde integral.

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Mãe, tireoide lenta no filho: causa bradicardia e atraso no crescimento?

Tireoide (glândula em formato de borboleta no pescoço) regula metabolismo, crescimento e coração via T4/T3 (estimulados por TSH). Nota do Dept. de Endocrinologia (SBP, 2023) alerta: hipotireoidismo congênito (detectado no Teste do Pezinho) ou adquirido (Hashimoto) causa cansaço, pele seca, ganho de peso, bradicardia (coração lento), baixa estatura e atraso puberal. Diagnóstico por TSH/T4/antitireoidianos; tratamento com levotiroxina (jejum matinal).

Tireoide desregulada afeta ritmo cardíaco infantil. No Instituto Aires Ribas, integramos endocrino e cardio pediátrico pra saúde completa.

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Mãe, pressão alta no seu filho: o risco silencioso que rouba o futuro dele? 💙

Você leva seu pequeno no pediatra e ninguém mede a pressão? Um estudo no The Lancet alerta: hipertensão em crianças já é problema global, causada por fast food, sal em excesso, peso a mais, pouca atividade e sono curto. Sem sintomas, passa batido — mas estressa vasos e coração desde cedo, levando a problemas crônicos na vida adulta.

O que muda tudo? Diagnóstico precoce evita marcas permanentes.

No Instituto Aires Ribas, fazemos medições precisas e exames cardíacos avançados, com dicas personalizadas de alimentação e hábitos para um coração forte para sempre.

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Mãe, adolescente agitado e esquecido: TDAH persiste e bagunça a vida dele? 💙

Desde 1902 (pediatra George Still), sabe-se que TDAH é cerebral: desatenção (esquece tudo, perde foco), hiperatividade (inquieto interno) e impulsividade (age sem pensar, reações explosivas rápidas). Nota da SBP alerta: afeta 3-10% das crianças, persiste na adolescência (baixas notas, brigas, riscos como álcool/drogas/sexo sem cuidado). Diagnóstico por história + critérios DSM-5 (6 sintomas por 6 meses, antes dos 12 anos). Tratamento: conhecimento + remédios (Ritalina, Venvanse, Atentah) + hábitos (sono, exercício, agendas).

Impulsos e estresse sobrecarregam o coração jovem (acidentes!). No Instituto Aires Ribas, avaliamos impactos cardíacos precocemente.

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Mãe, remédios fortes nas festas: como salvar seu filho de overdose em minutos? 💙

Fentanil e opioides crescem entre adolescentes overdoses sobem rápido (2018-2023). Estudo na JAMA Pediatrics (DOI: 10.1001/jamapediatrics.2025.6113) destaca naloxona (reverte overdose na hora, agora sem receita!) e buprenorfina (trata vício, mais fácil de prescrever). São salvadores, mas faltam médicos treinados para jovens vulneráveis.

Uso de opióides bagunça o coração (arritmias, parada respiratória). No Instituto Aires Ribas, monitoramos os corações adolescentes com exames precisos e prevenção real.

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