Redes sociais e o coração do seu adolescente: amizades reais fazem toda a diferença. 💙

Mãe, você já parou para pensar quanto tempo seu filho passa no celular? Um estudo recente no Journal of Adolescent Health (com quase 1.000 jovens de 13 a 18 anos) mostra: mais de 7 horas por dia nas redes aumenta tristeza, irritabilidade e estresse emocional, especialmente se as amizades reais forem fracas. Mas o melhor protetor? Amizades fortes fora das telas — elas blindam a saúde mental, não importa o tempo online.

O estresse das redes pode sobrecarregar o coração jovem de forma silenciosa. No Instituto Aires Ribas, fazemos exames precoces para avaliar impactos cardiovasculares e orientamos famílias para um equilíbrio saudável.

🩺 Dra. Gabriela Aires Ribas
Pediatra e Cardiologista Pediátrica
CRM 52697 | RQE 33941/33942

📍 Edifício Medcenter, Rua dos Otoni, 909 – Sala 1401, Santa Efigênia, BH/MG
📲 Agende pelo WhatsApp: (31) 98733-9908

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Lançamento do livro “Condutas Ambulatoriais em Pediatria”

✨ Lançamento de livro ✨O pediatra é mais do que um médico: é um guardião do desenvolvimento integral da criança e do adolescente. E, no ambulatório, ter condutas claras e decisão rápida faz toda a diferença.

É com grande alegria que compartilho o lançamento do livro “Condutas Ambulatoriais em Pediatria”, do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina das Ciências Médicas, referência há 75 anos no ensino da saúde

📘Uma obra com 674 páginas, escrita por profissionais renomados, reunindo conteúdos atualizados, fluxogramas práticos e condutas que apoiam o dia a dia do pediatra. Tenho a honra de ser coautora do capítulo “Hipertensão na Criança e no Adolescente” : um tema cada vez mais relevante na prática pediátrica e no cuidado longitudinal dos nossos pacientes. Meu carinho e admiração a todos os autores e a toda a equipe envolvida nesse projeto tão sério, atual e necessário.

Trabalho coletivo, ciência aplicada e compromisso com a boa medicina.

Mãe grávida: um copinho de vinho muda o cérebro do bebê para sempre? 💙

Você sonha com um bebê forte e saudável, né? Mas um estudo recente no The Journal of Pediatrics alerta: mesmo doses moderadas de álcool durante a gestação causam mudanças sutis que duram para sempre menor peso, altura, IMC, olhos mais estreitos e dificuldades leves em atenção e aprendizado (QI não verbal). Em casos mais intensos, até afeta o equilíbrio de meninos e meninas no nascimento.

A boa notícia? Zero álcool é 100% seguro para o crescimento físico e mental do seu pequeno.

E o coraçãozinho? Álcool pode estressá-lo de forma invisível no útero. No Instituto Aires Ribas, o ecocardiograma fetal (ideal entre 22-28 semanas) detecta qualquer sinal cedo, dando a tranquilidade que toda gestante merece.

🩺 Dra. Gabriela Aires Ribas
Pediatra e Cardiologista Pediátrica
CRM 52697 | RQE 33941/33942

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Nutrição

Nutrição e neurodesenvolvimento: o cérebro também se alimenta 🧠🥦

Os primeiros anos de vida são uma janela crítica para o desenvolvimento cerebral.

Segundo a nova diretriz da Sociedade Brasileira de Pediatria, a nutrição adequada desde a gestação até os 2 primeiros anos influencia diretamente processos como neurogênese, mielinização, sinaptogênese e plasticidade neural. 

O aleitamento materno exclusivo até os 6 meses continua sendo o padrão-ouro, pois além de nutrir, oferece componentes bioativos essenciais para o amadurecimento neurológico e imunológico. A diretriz também reforça que, após esse período, a alimentação complementar deve ser diversificada, equilibrada e baseada em alimentos in natura ou minimamente processados.   

Micronutrientes como ferro, zinco, iodo, vitamina B12, colina e ômega-3 são fundamentais para cognição, memória, comportamento e aprendizado. Já deficiências nutricionais nessa fase podem repercutir no desempenho neurocognitivo e aumentar a vulnerabilidade a doenças ao longo da vida. 

A mensagem é clara: alimentar bem uma criança é também investir no desenvolvimento do cérebro, da aprendizagem e do futuro. 🌱🧠

Deficiência de Ferro

A deficiência de ferro continua sendo uma das carências nutricionais mais frequentes na infância, especialmente nos primeiros 2 anos de vida.

Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), a prevenção começa ainda na gestação e segue com medidas fundamentais no primeiro ano, como aleitamento materno exclusivo até os 6 meses, introdução alimentar adequada com alimentos ricos em ferro e suplementação profilática quando indicada. 

A partir dos 6 meses, as reservas naturais de ferro do bebê diminuem, tornando essencial a oferta regular de alimentos com boa biodisponibilidade, especialmente carnes, aves e peixes. O uso de leite de vaca no primeiro ano de vida deve ser evitado, pois pode aumentar o risco de anemia ferropriva. 

Para lactentes saudáveis, nascidos a termo e com peso adequado, a SBP recomenda suplementação profilática de ferro dos 6 aos 24 meses, na dose de 10 a 12,5 mg/dia, em dois ciclos de três meses, preferencialmente iniciados aos 6 e aos 12 meses. Em prematuros e recém-nascidos de baixo peso, a suplementação deve começar mais cedo e com doses ajustadas ao peso ao nascer. 

A mensagem principal é simples: prevenir a deficiência de ferro é proteger o crescimento, o neurodesenvolvimento e a aprendizagem da criança.  

Mãe, anorexia no seu filho: o coração sofre em silêncio? 💙

Você nota mudanças no apetite ou no corpo do seu adolescente? A anorexia nervosa (AN) é o transtorno alimentar mais perigoso, e um estudo na Pediatrics alerta: ela causa batimentos lentos (bradicardia), pressão baixa, tontura ao levantar e desequilíbrios no sangue — afetando 1 em cada 5 jovens hospitalizados (e 40% voltam várias vezes). 1/3 das mortes vêm de problemas no coração.

Esses sinais aparecem rápido na adolescência e podem ser fatais se não vistos cedo. Avaliação médica completa salva vidas.

No Instituto Aires Ribas, detectamos alterações cardíacas precocemente com exames especializados, cuidando do coração enquanto apoiamos o tratamento integral.

🩺 Dra. Gabriela Aires Ribas
Pediatra e Cardiologista Pediátrica
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Mãe, otite no ouvido do seu filho: dar xarope para nariz entupido resolve mesmo? 💙

Todo mundo já passou por isso: choro sem parar, febre e dor no ouvido. A otite média aguda (OMA) é super comum em crianças, mas uma revisão gigante da Cochrane (15 estudos, 3.066 pequenos) diz: descongestionantes e anti-histamínicos NÃO aceleram a cura. Estudos fracos não provam alívio na dor ou no líquido no ouvido, e há riscos como sonolência sem clareza.

O que fazer? Observação atenta resolve na maioria (antibióticos só se piorar). Evite automedicação — infecções repetidas estressam o coraçãozinho infantil de forma sutil.

No Instituto Aires Ribas, olhamos o coração de forma completa, garantindo que otites não escondam problemas maiores.

🩺 Dra. Gabriela Aires Ribas
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Doenças inflamatórias intestinais

As doenças inflamatórias intestinais (como Doença de Crohn e Retocolite Ulcerativa) não afetam apenas o intestino. Em crianças e adolescentes, o fígado também pode ser comprometido e isso merece atenção.

As manifestações hepáticas podem surgir antes, durante ou após o diagnóstico da doença intestinal. Entre as principais estão alterações das enzimas hepáticas, colangite esclerosante primária, hepatite autoimune, esteatose hepática, colelitíase, trombose da veia porta e lesão hepática relacionada aos medicamentos.

A mensagem mais importante é simples: alterações hepáticas em pacientes com DII são frequentes e precisam de rastreio regular. A dosagem de enzimas hepáticas deve fazer parte do acompanhamento, especialmente quando há elevação persistente ou acima de 2 vezes o limite da normalidade.

Em pediatria, reconhecer essas manifestações precocemente pode mudar prognóstico, evitar complicações e permitir um cuidado mais completo e individualizado.  

Melatonina

Melatonina na pediatria: o que realmente importa?

A melatonina é o principal hormônio regulador do sono e do ritmo circadiano. Sua produção ocorre à noite e depende de um ambiente escuro, sendo inibida principalmente pela luz azul das telas. Por isso, antes de pensar em suplementação, o primeiro passo deve ser sempre corrigir hábitos e higiene do sono. 

Na pediatria, a melatonina não deve ser usada de forma indiscriminada. Ela pode ter indicação em situações específicas, como crianças com TEA, algumas síndromes neurogenéticas, distúrbio da fase atrasada do sono, síndrome de Down, X frágil e algumas parassonias. Fora desses contextos, especialmente em crianças pequenas, muitos distúrbios do sono são comportamentais e melhoram com rotina adequada. 

A American Academy of Sleep Medicine orienta cautela, sobretudo em menores de 5 anos. A melatonina não deve ser usada apenas para “fazer a criança dormir mais cedo” ou compensar rotina inadequada. 

Mensagem prática:

Antes de prescrever melatonina, investigue rotina, ambiente, telas, horários e comportamento do sono. Em pediatria, muitas vezes o melhor tratamento ainda é uma boa higiene do sono.

Mãe, melatonina pro bebê dormir: moda perigosa ou solução segura? 💙

Seu pequeno não dorme a noite toda e você pensa em melatonina? Uma revisão gigante na JAMA (19 estudos) alerta: o uso explode em crianças de 0-6 anos (mais overdoses em emergências!), mas faltam provas de segurança a longo prazo. Ajuda autistas a pegarem no sono rápido (em testes curtos), mas zero dados para bebês normais além de 2 anos.

Melhor caminho? Rotinas e hábitos antes de remédios. O sono ruim estressa o coraçãozinho infantil de forma invisível.

No Instituto Aires Ribas, orientamos com ciência real, hábitos saudáveis e exames para coração tranquilo.

🩺 Dra. Gabriela Aires Ribas
Pediatra e Cardiologista Pediátrica
CRM 52697 | RQE 33941/33942

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