🌽 Festa Junina com segurança: diversão sem sustos!

🌽 Festa Junina com segurança: diversão sem sustos!

As festas juninas fazem parte da cultura brasileira, mas alguns cuidados são fundamentais para proteger as crianças. A maioria dos acidentes pode ser evitada com medidas simples de prevenção.  

Os principais cuidados incluem:

  • Mantenha as crianças sempre sob supervisão de um adulto.
  • Afaste-as de fogueiras, fogos de artifício e líquidos quentes.
  • Não permita que crianças manuseiem fogos, mesmo os considerados “inofensivos”.
  • Evite roupas de tecidos altamente inflamáveis.
  • Atenção ao risco de engasgo com milho, amendoim e alimentos pequenos, especialmente em menores de 4 anos.
  • Nunca deixe crianças correrem ou brincarem enquanto comem.
  • Mantenha bebidas alcoólicas, botijões de gás e álcool líquido longe do alcance infantil.  

📊 Um dado importante: entre 2024 e 2025, o SUS registrou 13,8 mil internações de crianças e adolescentes por queimaduras, sendo que 53,8% ocorreram em menores de 5 anos.  

A prevenção é o melhor caminho para que a festa termine apenas com boas lembranças.

Referência:
Sociedade Brasileira de Pediatria. Nota de Alerta nº 51 – Festas Juninas: Nossos jovens caipirinhas se divertindo com segurança. 24 de junho de 2026.  

🫀 Dislipidemia é o principal fator de risco cardiometabólico em adolescentes

🫀 Dislipidemia é o principal fator de risco cardiometabólico em adolescentes

Um estudo brasileiro de base populacional avaliou 448 adolescentes entre 12 e 19 anos e trouxe um alerta importante:

67,6% apresentavam dislipidemia.
52,4% tinham HDL (colesterol “bom”) baixo.
16,1% apresentavam pressão arterial elevada.
11,7% eram obesos.
7% já acumulavam três ou mais fatores de risco cardiometabólico.

A boa notícia é que adolescentes que praticavam atividade física regularmente apresentaram 52% menor chance de ter LDL-colesterol elevado, reforçando o papel do exercício na prevenção das doenças cardiovasculares.

Esses achados mostram que a prevenção deve começar ainda na infância e adolescência, com alimentação saudável, prática regular de atividade física e acompanhamento médico quando indicado.

Prevenir hoje é reduzir o risco de infarto, AVC e diabetes no futuro.

Referência
Bertoni LA, Valentini Neto J, Cesar AVM, et al. Cardiometabolic risk in adolescents: prevalence and associated factors from a population-based survey (2008–2015). J Pediatr (Rio J). 2026;102(3):101536.  

Gabriel Ganley possuía uma condição cardíaca preexistente: muitas vezes genética e assintomática.

O coração não avisa. Mas a ciência pode enxergar o risco antes do silêncio. 🖤🩺

O Brasil acompanhou estarrecido a notícia da morte do fisiculturista Gabriel Ganley, 22 anos, encontrado sem vida em seu apartamento na Zona Leste de São Paulo. O atestado de óbito foi claro: cardiomiopatia hipertrófica — uma doença em que o músculo do coração se torna anormalmente espesso, dificultando o bombeamento e o relaxamento do órgão. Essa é a principal causa de morte súbita em atletas e jovens.O que mais chama atenção no caso? Gabriel relatava uso de hormônios e anabolizantes, substâncias que podem agravar silenciosamente uma condição cardíaca preexistente — muitas vezes genética e assintomática.

A pergunta que fica é: como detectar um risco desses antes que seja tarde?A resposta está em dois exames acessíveis, indolores e fundamentais:

🔴 Eletrocardiograma (ECG): Avalia a atividade elétrica do coração e pode identificar alterações sugestivas de hipertrofia ventricular, distúrbios de condução e arritmias.

🔴 Ecocardiograma com Doppler: É o exame de imagem que mede a espessura das paredes do miocárdio, a função contrátil e o fluxo sanguíneo — permitindo o diagnóstico preciso da cardiomiopatia hipertrófica.Ambos os exames são realizados por mim, no Instituto Aires Ribas, com agilidade diagnóstica e precisão técnica, em um único ato médico. O acolhimento materno e a resolutividade caminham juntos com o mais alto rigor científico.

Se o Gabriel tivesse passado por uma avaliação cardiológica de rotina com ecocardiograma, talvez o desfecho fosse outro. A prevenção começa com um exame simples. A vida que depende disso não tem segunda chance.Para jovens que praticam atividade física intensa, fazem uso de suplementos ou hormônios, ou têm histórico familiar de morte súbita, a investigação cardiológica não é opcional — é protocolo de segurança absoluta.Agende sua avaliação. O coração do seu filho merece esse cuidado.

🩺 Dra. Gabriela Aires Ribas
Pediatra e Cardiologista Pediátrica
CRM 52697 | RQE 33941/33942

📍 Edifício Medcenter, Rua dos Otoni, 909 – Sala 1401, Santa Efigênia, BH/MG
📲 Agende pelo WhatsApp: (31) 98733-9908

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Pré-natal de qualidade não é luxo: é direito de toda mãe e de todo bebê. 🩺💜

Um estudo brasileiro publicado no International Journal for Equity in Health (2026), liderado pela equipe da Universidade Federal de Pelotas, analisou mais de 2,5 milhões de nascimentos no Brasil em 2023 e trouxe um alerta que precisa ser conhecido por todas as gestantes.

A pesquisa mostra que, quando o número recomendado de consultas de pré-natal aumenta (de 4 para 6, 7 ou 8 consultas), as desigualdades entre as mulheres também aumentam.

Mulheres com menor escolaridade, indígenas, negras, adolescentes e residentes das regiões Norte e Nordeste são as que mais ficam para trás.

🔴 O que isso significa na prática?
Enquanto 99,4% das mulheres fazem pelo menos 1 consulta, apenas 67,4% atingem 8 ou mais.
Entre mulheres sem escolaridade, a taxa de abandono chega a 57,1% — contra 23,2% entre as com maior escolaridade.
Mulheres indígenas têm apenas 37,8% de cobertura para 8+ consultas, enquanto brancas chegam a 74,7%.

Como Guardiã do Saber e cardiopediatra, eu vejo diariamente o impacto disso. Um pré-natal completo e de qualidade é a porta de entrada para o diagnóstico precoce de cardiopatias congênitas, para o acompanhamento da saúde fetal e para um parto seguro. Cada consulta perdida é uma oportunidade que escapa.

A ciência é clara: quando elevamos o padrão de recomendação sem garantir acesso igualitário, as que mais precisam são as que menos recebem. Precisamos falar sobre isso, cobrar políticas públicas e, acima de tudo, informar para que nenhuma mãe fique para trás.

📊 Compartilhe para que essa informação chegue a quem mais precisa.

🩺 Dra. Gabriela Aires Ribas
Pediatra e Cardiologista Pediátrica
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PreNatal #SaudeMaterna #EquidadeEmSaude #CardiopatiaCongenita #CardiologiaPediatrica #InstitutoAiresRibas #DraGabrielaAiresRibas

Consumo de Proteínas

Carnes e proteínas

Ao escolher carnes, aves e outros alimentos ricos em proteína, dê preferência às opções magras, com baixo teor de gordura ou sem gordura.

Estima-se que cerca de 65 a 70% da ingestão proteica deva vir de fontes de alto valor biológico, geralmente produtos de origem animal, que contêm todos os aminoácidos essenciais. Quantidades adequadas de proteína também podem ser obtidas a partir de fontes vegetais, como leguminosas, grãos, nozes, sementes e tofu. No entanto, dietas vegetarianas exigem maior planejamento alimentar para garantir oferta adequada e equilibrada de aminoácidos essenciais.

Idealmente, crianças devem consumir duas porções de peixe ou frutos do mar por semana para garantir aporte adequado de ácidos graxos ômega-3, conforme recomendado pela American Heart Association. Deve-se evitar produtos industrializados fritos, como empanados de peixe, pois podem conter gordura trans e menor teor de ômega-3.

O tamanho da porção deve ser medido antes do preparo e ajustado conforme a idade e necessidade energética da criança:

• 2 a 3 anos: aproximadamente 28 g por porção

• 4 a 7 anos: aproximadamente 57 g por porção

• 8 a 10 anos: aproximadamente 85 g por porção

• ≥11 anos: aproximadamente 113 g por porção

Os peixes escolhidos devem apresentar baixos níveis de mercúrio, como camarão, atum light enlatado, salmão, pollock, tilápia, caranguejo, haddock, lagosta, bagre e bacalhau. Devem ser evitados peixes com maiores concentrações de mercúrio, como tubarão, marlim, peixe-espada, cavala-real, atum bigeye, orange roughy e peixe-azulejo do Golfo do México.

Muitas fontes proteicas também são alérgenos alimentares frequentes, incluindo leite, ovo, soja, peixe, frutos do mar, amendoim, gergelim, trigo e castanhas. Em crianças com alergia alimentar, a adequação do aporte proteico deve ser acompanhada individualmente.

Referências bibliográficas:

1. American Heart Association. Dietary Recommendations for Healthy Children.

2. Gidding SS, Dennison BA, Birch LL, et al. Dietary recommendations for children and adolescents. Circulation. 2005;112(13):2061-2075.

3. U.S. Food and Drug Administration. Advice about eating fish for children and women who are or might become pregnant.

4. Kleinman RE, Greer FR. Pediatric Nutrition. 8th ed. American Academy of Pediatrics; 2019.

Whey na mamadeira? O risco invisível por trás do pó “mágico”

🥛⚠️Mãe, eu sei que você quer apenas o melhor para o seu filho. Mas recentemente, a fala de uma influencer viralizou ao dizer que coloca whey na mamadeira da filha de apenas 3 anos, e isso acendeu um alerta vermelho na Sociedade Brasileira de Pediatria.

Como sua pediatra e cardiologista, preciso ser a sua Guardiã do Saber aqui: o whey protein (especialmente os saborizados) é um produto ultraprocessado, carregado de aditivos químicos. O uso desses suplementos em crianças pode levar a uma ingestão de proteína muito acima das necessidades diárias, representando uma sobrecarga perigosa para os rins e o fígado.

🔵 O que você precisa considerar:
Sobrecarga Metabólica: O corpo da criança não está preparado para processar altas doses de proteína isolada.

Saúde Cardiovascular: Hábitos ultraprocessados na infância estão ligados ao aumento precoce da pressão arterial e inflamação sistêmica.

Memória e Afeto: Comida de verdade é identidade. O feijão de casa e o bolo da avó constroem memórias que nenhum suplemento substitui.

Estamos vulneráveis ao marketing agressivo da indústria, mas o meu papel é garantir que você tenha o rigor científico necessário para proteger seu pequeno. É na infância que esculpimos a saúde do coração e os hábitos que durarão a vida toda.

Na dúvida? Dá-lhe arroz com feijão! Comida de verdade é o melhor “suplemento” que existe. 🍚🫘

🩺 Dra. Gabriela Aires Ribas
Pediatra e Cardiologista Pediátrica
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SaudeInfantil #AlimentacaoSaudavel #SBP #CardiologiaPediatrica #InstitutoAiresRibas #DraGabrielaAiresRibas

SEU FILHO VAI TER QUE RECEBER ANESTESIA? DICA DE LIVRO!

Mãe, você já sentiu aquele aperto no peito só de imaginar seu pequeno entrando em um centro cirúrgico? Luzes fortes, aparelhos estranhos e pessoas com roupas diferentes podem transformar o desconhecido em um grande medo. É por isso que minha indicação de leitura hoje é o livro “Soninho Mágico”, da Dra. Lídia Karla Martinho Bruschi, que, com muito orgulho, foi nossa residente!

A proposta não é técnica, é sensível. O livro ressignifica a anestesia, transformando-a em um “soninho especial” cuidado por um médico dedicado exclusivamente ao conforto da criança. Quando a criança entende o que vai acontecer (através de uma linguagem lúdica e simbólica) o medo perde espaço para a confiança.

🔴 Por que essa leitura é estratégica?
Reduz a ansiedade pré-operatória: Uma criança tranquila colabora melhor e tem parâmetros fisiológicos mais estáveis.
Acolhe a família: Muitas vezes, os pais estão mais ansiosos que os filhos. O livro ajuda a acalmar quem cuida.
Fortalece o vínculo: A explicação lúdica humaniza o processo hospitalar.
Como Observadora Consciente, acredito que a informação correta colapsa uma realidade de paz. Metacognição é também saber preparar o emocional para os desafios físicos.

Se toda criança chegasse ao hospital entendendo — à sua maneira — o que vai acontecer, o pré-operatório seria muito mais leve.

📖 Meu veredito: Leitura leve, funcional e necessária para preparar as crianças e silenciar as inseguranças dos adultos.

🩺 Dra. Gabriela Aires Ribas
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SaudeInfantil #AnestesiaPediatrica#SoninhoMagico#MaternidadeReal#CardiologiaPediatrica

Sono e relógio biológico: a peça-chave no cuidado do Autismo e TDAH 🌙💙

Você sabia que noites mal dormidas não são apenas “birra” ou falta de rotina? Um estudo recente da The Lancet Child & Adolescent Health (DOI: 10.1016/S2352-4642(25)00211-1) revela que crianças com Autismo e TDAH possuem diferenças biológicas reais no relógio interno (ritmo circadiano).

Dificuldade para pegar no sono ou despertares frequentes afetam diretamente o cérebro, piorando a atenção, a irritabilidade e a ansiedade. Cuidar do sono não é apenas um detalhe: é parte central do tratamento para que seu filho consiga aprender e se relacionar melhor.

👉 Como ajudar seu pequeno:

  • Higiene do sono: Rotina estruturada e ambiente calmo são essenciais.
  • Apoio especializado: O tratamento pode envolver desde ajustes ambientais até abordagens médicas específicas.
  • Olhar atento: O sono de qualidade protege o coração e a mente em desenvolvimento.

Como cardiopediatra, reforço: o descanso adequado é fundamental para a regulação do organismo. No Instituto Aires Ribas, olhamos para a criança de forma integral.

🩺 Dra. Gabriela Aires Ribas
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#Autismo #TDAH #SonoInfantil #Neurodesenvolvimento #CardiologiaPediatrica #InstitutoAiresRibas #DraGabrielaAiresRibas

A contaminação por chumbo pode acontecer mais fácil do que você imagina.



Mãe, chumbo no sangue do bebê = risco de depressão na adolescência. 0nde ele contamina? 

Exposição ao chumbo (mesmo baixa) na infância aumenta sintomas depressivos aos 12 anos? Estudo no JAMA Network Open (DOI: 10.1001/jamanetworkopen.2025.56019), com 218 mães/crianças seguidas até 12 anos, alerta: duplicação média de chumbo no sangue = mais depressão (relatada por kids e cuidadores). Pico após 8 anos — prevenir em casa (tintas velhas, poeira, brinquedos importados), água (tubos de chumbo), solo contaminado, cosméticos baratos e alimentos enlatados antigos!

Depressão precoce gera estresse que afeta o coração jovem. No Instituto Aires Ribas, monitoramos saúde mental e cardiovascular integral.

🩺 Dra. Gabriela Aires Ribas
Pediatra e Cardiologista Pediátrica
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Maquiagem na adolescente: ajuda a autoestima ou esconde inseguranças? 

Na adolescência, autoimagem (como se veem fisicamente/emocionalmente) e autoestima (aceitação de si mesma) são chave pro bem-estar. Nota do Dept. de Medicina do Adolescente (SBP) alerta: cosméticos podem dar confiança, mas uso precoce precisa de orientação ética pra evitar pressão externa. Autoestima saudável vem da família desde cedo, autoaceitação constrói resiliência mental e emocional.

Baixa autoestima gera estresse que sobrecarrega o coração jovem. No Instituto Aires Ribas, orientamos famílias pra equilíbrio saudável.

🩺 Dra. Gabriela Aires Ribas
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